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Opinião: Manifestações mostram que o povo rejeita o golpe

ENTREVISTA COM DEPUTADO PAULO TEIXEIRA 2 DE 01-04-16
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“As intensas manifestações de rua em apoio à Presidenta Dilma Rousseff, no dia 31 de março de 2016, são uma clara indicação do quanto o povo rejeita qualquer tentativa de golpe no Brasil.” As palavras são do Deputado Federal Paulo Teixeira (PT-SP), em entrevista à Sputnik Brasil.

O parlamentar petista acrescenta que foram manifestações muito fortes em todo o Brasil.

“As manifestações anteriores aconteceram em 50 cidades, agora aconteceram em 70 cidades, o que ampliou muito as presenças e também propiciou um conteúdo mais forte do ponto de vista político e cultural. Toda manifestação tem que ter um elemento político e cultural importante, e nessas manifestações muitos artistas aderiram, como Chico Buarque, que foi à manifestação no Rio de Janeiro, e tantos outros.”

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O Deputado Paulo Teixeira garante que se ampliou também o leque de pessoas que foram às manifestações:

“Há um leque dos movimentos sociais, dos partidos de esquerda, mas também houve uma ampliação para o centro político brasileiro, preocupado com o retrocesso que um golpe poderia trazer para o nosso país.”

Sobre o encontro de Dilma Rousseff com intelectuais e artistas no Palácio do Planalto, na mesma quinta-feira, 31, o parlamentar petista o considera “muito paradigmático dessa movimentação que está acontecendo no Brasil. Estão todos preocupados com o golpe”.

Ainda na entrevista à Sputnik Brasil, Paulo Teixeira falou do manifesto subscrito por vários parlamentares do PT e da base aliada e endereçado ao Conselho Nacional de Justiça. No documento, os parlamentares pedem punição disciplinar para o Juiz Sérgio Moro, da 13.ª Vara Federal Criminal de Curitiba, no Paraná, por entender que ele se excedeu em suas competências e atribuições ao permitir a divulgação das conversas telefônicas mantidas com o ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva com autoridades que, por força do cargo, possuem foro privilegiado e, como tal, só podem ter seus atos apreciados pelo Supremo Tribunal Federal e nunca por um juízo singular.

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“Nós fizemos uma representação no exato momento em que o Supremo Tribunal Federal reconhecia que ele [o Juiz Sérgio Moro] praticou uma ilegalidade, e no exato momento em que ele, juiz, pede desculpas por ter cometido uma irregularidade. É um crime que ele cometeu, e esse crime tem que ser investigado. Ele não tinha competência para investigar a Presidenta Dilma Rousseff, e quando o fez agiu fora da lei, cometeu um crime. Queremos a investigação e a correspondente punição disciplinar.”

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