Coreia do Norte dispara míssil contra alvo próximo à fronteira chinesa

© AFP 2022 / Jung Yeon-jeSul-coreanos vêem programa de televisão que mostra lançamento de míssil realizado pela Coreia do Norte, Seul, Coreia do Sul, 4 de março de 2016
Sul-coreanos vêem programa de televisão que mostra lançamento de míssil realizado pela Coreia do Norte, Seul, Coreia do Sul, 4 de março de 2016 - Sputnik Brasil
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A Coreia do Norte continuou na terça-feira (29) os lançamentos de mísseis no litoral do mar do Japão, informou a agência sul-coreana Yonhap.

Um dos mísseis de curto alcance foi lançado perto da cidade norte-coreana de Wonsan.

“A Coreia do Norte lançou hoje às 17h40 (horário local), nos arredores de Wonsan, um míssil de curto alcance”, informou a Yonhap citando fontes militares.

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Segundo os militares sul-coreanos, o míssil percorreu 200 km.

Citando o Estado-Maior das Forças Armadas sul-coreano, a Yonhap disse que o alvo do míssil fica no noroeste do país, na província de Ryanggang, um local bastante perto de fronteira chinesa. Wonsan fica a distancia de 7-80 km da zona de demarcação que divide a Coreia do Norte da Coreia do Sul.

O alvo do lançamento de treinamento não está claro, entretanto, é evidente que fica no terreno. Esta demonstração de força de Pyongyang queria provar que pode alvejar território do seu vizinho do Sul.

As Forças Armadas da Coreia do Sul, segundo a agência, seguem com muita cautela as atividades da Coreia do Norte no leste do país, preservando um alto nível de prontidão de combate.

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As relações entre as duas Coreias se agravaram novamente em 6 de janeiro quando a Coreia do Norte anunciou ter realizado o primeiro teste de uma bomba de hidrogênio. Na reunião extraordinária do Conselho de Segurança da ONU, todos os 15 membros do órgão tomaram a decisão de começar os trabalhos para uma nova resolução sobre a Coreia do Norte. O Conselho de Segurança da ONU admitiu que o país violou quatro das suas resoluções aprovadas entre 2006 e 2013 e que a situação criada ameaça a paz e a segurança internacionais.

A Rússia também condenou as provocações de Pyongyang, mas alertou para um possível isolamento completo do país, o que, além de prejudicar ainda mais a sua população civil, poderá fechar de vez a perspectiva da resolução político-diplomática do problema nuclear da península coreana.

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