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E agora o que? Subúrbio de Bruxelas faz conclusões após atentados

© AFP 2021 / JOHN THYSPolicial belga na frente de um prédio em Bruxelas, durante operação antiterrorista
Policial belga na frente de um prédio em Bruxelas, durante operação antiterrorista - Sputnik Brasil
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No tempo em que a investigação está sendo realizada e o mundo chora as vítimas, um especialista belga partilhou das suas conclusões para evitar situações semelhantes e mais vítimas.

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O ex-prefeito da comuna Molenbeek da cidade belga de Bruxelas comentou à Sputnik recentes acontecimentos trágicos na cidade que levaram as vidas de mais de 30 pessoas.

De acordo com o político belga, não é muito que um prefeito poderia fazer numa situação destes, o problema de terrorismo deve ser resolvido no nível mais alto.

O ex-prefeito Philippe Moureau, que ocupou este cargo entre 1994 e 2012, declarou:

“Primeiramente, eu acho que não é preciso limitar-se só por esta comuna [Molenbeek], porque o problema é muito mais amplo, o problema é a presença de ex-jihadistas em muitas regiões da Bélgica, França e mesmo em outros países”.

A única coisa que fica no campo de responsabilidade de um prefeito e que atualmente pode ser feita é o apoio à juventude, opinou o político belga, porque, segundo ele, “às vezes a juventude está sendo encantada com todos estes extremistas extraordinariamente perigosos”.

O ex-prefeito de Molenbeek, um dos subúrbios industriais de Bruxelas, notou que na situação atual é preciso criar instituições sociais, de educação e outras adicionais para ajudar às jovens e aos seus parentes.

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Falando de conclusões feitas após os atentados desta terça-feira (22) Moureau notou que a partir de agora a troca de informações entre diferentes serviços pode ficar mais fácil, ou seja, a cooperação será mais vasta.

“Eu acho que é preciso ter a cooperação mais ampla na luta contra terrorismo, inclusive contra o Daesh [grupo terrorista proibida na Rússia]. É, claramente, preciso ajustar o diálogo entre serviços e a troca de informações. Eu acho que isso se tornou vital. Mas às vezes é problemático mesmo dentro do país, quando os serviços não querem partilhar da sua informação com ninguém”, disse.

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