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OEA: violência contra jornalistas nas Américas aumentou em 2015

© Sputnik / Vladimir Trefilov / Abrir o banco de imagensCerimônia em homenagem ao fotojornalista russo Andrei Stenin, morto durante um ataque do exército ucraniano a refugiados da região de Donetsk em agosto de 2014
Cerimônia em homenagem ao fotojornalista russo Andrei Stenin, morto durante um ataque do exército ucraniano a refugiados da região de Donetsk em agosto de 2014 - Sputnik Brasil
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Segundo a Comissão Interamericana de Direitos Humanos, órgão da Organização dos Estados Americanos (OEA), a violência contra jornalistas aumentou em 2015 nas Américas.

O relatório da comissão, divulgado nesta quarta-feira (23), informou que pelo menos 27 profissionais das comunicações foram assassinados no ano passado durante o exercício da profissão. 

O Relatório da Liberdade de Expressão da Comissão exprimiu a preocupação pelos assassinatos de jornalistas em exercício da profissão, e mais 12 casos em que não foi possível determinar o vínculo com a profissão.

Os países que em 2015 registaram assassinatos de jornalistas foram Brasil, Honduras, México, Colômbia, Guatemala, República Dominicana, Estados Unidos e Paraguai. Em sua maioria, os jornalistas assassinados cobriam temas relacionados com o crime organizado, a corrupção política ou eram vozes firmes em suas comunidades.

“O continente tornou-se uma das regiões mais perigosas do mundo para exercer o jornalismo e as agressões mais graves, como o assassinato e o rapto, tornaram-se uma das piores formas de censura”, diz a comissão no seu relatório anual sobre a liberdade de expressão.

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