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Beleza e poder do espaço: aurora boreal cobre Júpiter

© NASA . X-ray: NASA/CXC/UCL/WJúpiter coberto com raios X parecidos com uma aurora boreal
Júpiter coberto com raios X parecidos com uma aurora boreal - Sputnik Brasil
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Um espetáculo espacial único foi registrado por cientistas em Júpiter – os ventos solares provocaram o aparecimento de um tipo de aurora boreal.

A respetiva informação foi divulgada no âmbito da pesquisa realizada pela University College London (UCL).

No maior planeta do Sistema Solar os ventos causam um espetáculo de relâmpagos semelhantes a uma aurora boreal, desencadeando luzes X-ray potentes – oito vezes mais brilhantes do que as normais — e centenas de vezes mais poderosas do que as auroras boreais que podem ser vistas na Terra. 

​A pesquisa foi publicada nesta terça-feira (22) no Journal of Geophysical Research. Esta é a primeira vez que o fenômeno é estudado.

Os dados da pesquisa foram coletados pelo observatório de Raios X da NASA – Chandra em outubro de 2011 e a recente publicação faz parte de uma longa tentativa de compreender como Júpiter interage com o Sol.

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O Sol expulsa continuamente  fluxos de plasma (chamados também de ventos solares) e outras partículas para o espaço. Os ventos fortes, em particular, podem interferir com o campo magnético (magnetosfera) de Júpiter. 

A pesquisa mostrou que essas colisões provocam a imensa aurora boreal, abrangendo uma área maior que toda a superfície da Terra.

"Nós gostaríamos de compreender esta interação e o efeito que ela tem sobre o planeta", explicou no seu comunicado o autor líder da pesquisa, William Dunn.

Ao estudar as mudanças pelas quais a aurora passa, os cientistas podem descobrir mais sobre esta região do espaço, quer dizer, a parte que é controlada pela magnetosfera de Júpiter.

O equipe da UCL que estuda estes fenômenos espera combinar novos dados com a informação disponível para também compreender melhor o processo que leva os raios X a formarem as auroras boreais em geral.

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