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Lula discursa na Paulista em defesa da paz e da democracia

© Juca Varella / Agência BrasilLula discursa na Avenida Paulista, 18 de março de 2016
Lula discursa na Avenida Paulista, 18 de março de 2016 - Sputnik Brasil
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O ex-presidente e atual ministro-chefe da Casa Civil Luiz Inácio Lula da Silva participou nesta sexta-feira (18) do ato contra o impeachment e a favor da democracia, promovido na Avenida Paulista, em São Paulo, pela Frente Popular Brasil.

Em discurso, no carro de som posicionado em frente ao Museu de Arte de São Paulo, Lula defendeu a democracia, a paz, e condenou o ódio expresso pelas pessoas que participaram das manifestações em favor do impeachment da presidenta Dilma Rousseff.

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Ele destacou que os brasileiros precisam aprender a conviver com a diversidade e explicou que democracia significa “acatar o voto da maioria do povo brasileiro”. Nas suas palavras, apesar de ter perdido eleições em 1989, 1994 e 1998, ele mesmo nunca foi às ruas para protestar contra a decisão popular ou pedir a saída de seus adversários do governo.

Comentando a polêmica gerada pela sua posse no cargo de ministro-chefe da Casa Civil, Lula disse que relutou muito em aceitar ir para o governo, desde agosto do ano passado, e prometeu exercer a nova função para ajudar o país a retomar o rumo do crescimento.

"Eu aceitei entrar no ministério porque faltam dois anos e seis meses pra Dilma acabar o mandato dela e é tempo suficiente pra gente mudar este país" – afirmou Lula.

“Não vou lá para brigar, vou lá para ajudar a fazer as coisas que tem que fazer nesse país. Não vou achando que os que não gostam de nós são menos brasileiros que nós" – declarou.

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Durante o discurso, Lula juntou-se ao coro dos manifestantes gritando a frase “Não vai ter golpe”. “Não vamos aceitar o fim da democracia e nenhum golpe no país”.

A manifestação desta sexta-feira em São Paulo reuniu 380 mil pessoas segundo CUT e 80 mil de acordo com a PM. Muitos foram vestidos de vermelho, com apitos, bexigas e faixas, pedindo a defesa da democracia, a manutenção de Dilma no governo e a prisão do juiz federal Sérgio Moro.

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