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EUA aumentarão financiamento para treinar militares ucranianos

© Sputnik / Stringer / Abrir o banco de imagensMilitares norte-americanos chegaram à Ucrânia para participar dos exercícios americano-ucranianos Fearless Guardian 2015, 20 de abril de 2015
Militares norte-americanos chegaram à Ucrânia para participar dos exercícios americano-ucranianos Fearless Guardian 2015, 20 de abril de 2015 - Sputnik Brasil
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Os EUA aumentarão os gastos em treinamento de militares do Exército ucraniano, da Guarda Nacional bem como de oficiais dos órgãos de segurança pública, mas não planejam fornecer armas letais à Ucrânia, disse a vice-secretária de Estado norte-americana, Victoria Nuland.

“Como sabem, não foi tomada qualquer decisão sobre isso. Continuamos treinando [os militares ucranianos] e o orçamento para 2016 será maior”, disse Nuland numa audição no Senado dos EUA.

Ela lembrou que, em resultado dos seis meses de treinamentos efetuados pelos EUA, os militares ucranianos começaram a “entender melhor como defender o seu país”. Segundo Nuland, os EUA já gastaram 266 milhões de dólares para ajudar a Ucrânia na área de segurança. Em resultado, conseguiram preparar cerca de 2 mil de militares.

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Em abril de 2014, Kiev iniciou uma operação militar nas províncias de Donetsk e Lugansk para apagar os focos de insatisfação com a mudança violenta de poder no país, ocorrida em fevereiro do mesmo ano.

As hostilidades deixaram mais de nove mil mortos e 20.700 feridos, segundo números da ONU.

A questão da solução do conflito está sendo discutida, inclusive no âmbito dos encontros do grupo de contato em Minsk que, desde setembro de 2014, já aprovou três documentos que regulamentam os passos de diminuição da tensão, inclusive a trégua. Porém, os dois lados do conflito denunciam violações regularmente.

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O último documento – de 12 de fevereiro – prevê um cessar-fogo total no leste da Ucrânia, retirada de armas pesadas da linha de contato e criação de uma zona de segurança, assim como uma reforma constitucional com a entrada em vigor até o final do ano de 2015 de uma nova Constituição, com a descentralização como elemento-chave (tendo em conta as particularidades das regiões de Donetsk e Lugansk, acordadas com os representantes destas áreas), e também a aceitação de uma legislação sobre o estatuto de Donetsk e Lugansk.

Os dois lados não conseguiram cumprir os acordos até o final de 2015, segundo foi previsto inicialmente. Então, o prazo de realização dos acordos foi prolongado para 2016.

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