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Deputados europeus querem aplicar sanções pessoais a Putin

© Sputnik / Sergei Guneyev / Abrir o banco de imagensPresidente russo, Vladimir Putin
Presidente russo, Vladimir Putin - Sputnik Brasil
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Deputados do Parlamento Europeu apelaram à chefe da diplomacia europeia Frederica Mogherini para aplicar sanções pessoais contra o presidente russo Vladimir Putin e outras 28 pessoas ligadas ao caso da militar ucraniana Nadezhda Savchenko, julgada na Rússia pela morte de dois jornalistas russos em Donbass.

Uma carta assinada por 57 parlamentares foi remetida à Mogherini listando todos aqueles, que, na opinião dos deputados europeus, "levam a responsabilidade pela decisão política de captura de Savchenko, sua extradição para a Rússia, sua prisão ilegal e apresentação de acusações fabricadas" contra ela.

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Junto a isso, o grupo de políticos acredita que as sanções devem ser estendidas aos responsáveis pela "legitimação das ações da Rússia perante a comunidade internacional".

Além de Putin, a lista inclui personalidades como o chefe da Serviço Federal de Segurança da Rússia Aleksandr Bortnikov, chefe do Comitê para Assuntos Internacionais da Duma Aleksei Pushkov, chefe do Comitê Investigativo Aleksandr Bastrykin, líder da autoproclamada República Popular de Lugansk Igor Plotinsky, bem como uma série de investigadores, juízes e outros funcionários russos.

O conteúdo da carta remetida à Mogherini foi revelado pelo deputado polonês do Parlamento Europeu, Jacek Saryusz-Wolski, em sua página oficial no Twitter.

Os políticos pensam que as ações devem incluir proibição para emissão de vistos europeus, congelamento de ativos e a desapropriação de qualquer propriedades existentes em território da União Europeia.

Nadezhda Savchenko é acusada na Rússia por ter provocado a morte de dois jornalistas russos na região ucraniana de Donbass, em meados de 2014. Ela teria sido responsável por indicar para a artilharia ucranianas as coordenadas do local onde estavam os jornalistas. A procuradoria russa exige que ela seja condenada a 23 anos de prisão. A acusada nega qualquer culpa pelo incidente e anunciou uma greve de fome.

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