'Amigos russos' ajudam sírios a decidir seu destino

© Sputnik / Ilya Pitalev / Abrir o banco de imagensUm militar do Exército sírio em um veículo de combate, no povoado de Ohrus, da província de Aleppo, depois de libertá-lo do Daesh
Um militar do Exército sírio em um veículo de combate, no povoado de Ohrus, da província de Aleppo, depois de libertá-lo do Daesh - Sputnik Brasil
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As negociações de paz em Genebra podem levar ao cessar-fogo total na Síria, disse nesta quarta-feira (9) o oposicionista sírio Suleiman Khalil.

Falando à agência de notícias RIA Novosti, Khalil, do Partido Social-Patriótico da Síria (PSPS), disse que a sigla apoia as negociações "como partido nacional patriótico".

Frisando que o PSPS não representa, nas negociações, nem o governo, nem a oposição, o político afirmou confiar que "o povo da Síria terá a possibilidade de iniciar o diálogo e decidir por si próprio o seu destino".

E não deixou de elogiar o papel dos "amigos russos" na organização das negociações de paz.

Além disso, Khalil diz ter a esperança de que as negociações na Suíça ponham fim às hostilidades que assolam o país desde 2011.

As negociações, que têm o codinome Genebra 3 (por serem organizadas pela terceira vez na capital suíça), começaram em 29 de janeiro. Mas já no início do mês de fevereiro, o processo parou por causa de desentendimentos em torno da ajuda aos moradores das cidades ocupadas e outros assuntos humanitários.

Finalmente, em meados de fevereiro, foi acordada uma trégua entre quase todas as forças e facções da Síria. A trégua não abrange os grupos terroristas Daesh, Frente al-Nusra e outras organizações que as Nações Unidas (ONU) reconhecem como terroristas.

A trégua começou oficialmente, depois de assinada pelos EUA e pela Rússia, em 27 de fevereiro.

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