Coreia do Sul vota para liberar o Norte de tirania

© AFP 2022 / KNS / KCNA Líder norte-coreano Kim Jong-un inspeciona um planta na província de Pyongan, Coreia do Norte, 20 de dezembro de 2015
Líder norte-coreano Kim Jong-un inspeciona um planta na província de Pyongan, Coreia do Norte, 20 de dezembro de 2015 - Sputnik Brasil
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Depois de tornar-se público que o líder norte-coreano Kim Jong-un ordenou que as armas nucleares de seu país fossem colocadas em alerta para serem usadas “a qualquer momento”, a líder da Coreia do Sul prometeu fazer todo o possível para liberar os norte-coreanos da tirania.

A presidente sul-coreana, Park Geun-hye, votou a favor de pôr fim ao regime opressivo de Kim Jong-un e restaurar a “liberdade e os direitos humanos” para os norte-coreanos, informou a agência de notícias UPI.

O líder norte-coreano Kim Jong-un - Sputnik Brasil
Kim Jong-un ordena que armas nucleares estejam prontas para uso “a qualquer momento”
Segundo a mídia, o líder norte-coreano ordenou colocar em alerta as armas nucleares norte-coreanas para serem prontas para ataques preventivos.

Antes disso, a Coreia do Norte lançara 6 mísseis de curto alcance para o mar do Japão. Segundo o Channel A, todos os mísseis caíram no mar depois de um trajeto de 100-150 km.

A presidente da Coreia do Sul declarou que os mísseis são as armas principais que Kim usa para manter o seu poder. Votou liberar a nação do “programa nuclear imprudente” de Pyongyang.

Míssil norte-coreano - Sputnik Brasil
Coreia do Norte dispara mísseis em direção ao Mar do Japão
Para atingir este objetivo Seul apoiará todas as medidas tomadas pela comunidade internacional para parar o regime norte-coreano.

Em particular, Seul prestou apoio às novas sanções do Conselho de Segurança da ONU contra Pyongyang e ao fechamento do complexo na região industrial de Kaesong, que é dirigido por ambos os países.

De acordo com a UPI, o lançamento de mísseis de curto alcance pude ser realizado em resposta a novas sanções. A outra explicação é que lançando os mísseis, o país demostra as suas capacidades militares às vésperas de exercícios militares da Coreia do Sul e os EUA, cujo início é marcado para 7 de março.

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