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Mídia: Pentágono e CIA apelam a Obama para ‘criar dificuldades à Rússia’

© AFP 2021 / SAUL LOEBAshton Carter, do Pentágono, durante um briefing em 30 de setembro
Ashton Carter, do Pentágono, durante um briefing em 30 de setembro - Sputnik Brasil
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Na Casa Branca estão decorrendo disputas sobre o “plano B” no caso de o cessar-fogo na Síria falhar. Os assim chamados “falcões” americanos têm a certeza de que a Rússia será responsável por isso e já propõem preparar novas sanções.

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Segundo o jornal Wall Street Journal (WSJ), os chefes do Pentágono e da CIA exigem preparar um “plano B” se a trégua na Síria não der certo. Eles propõem nomeadamente aumentar o apoio aos militantes “moderados” que lutam contra o governo de Damasco.

O chefe do Pentágono Ashton Carter, o presidente do comando conjunto dos chefes de Estado-Maior dos EUA Joseph Dunford e o diretor da CIA John Brennan estão certos de que o cessar-fogo falhará por causa de Moscou. Nas reuniões na Casa Branca eles já exigem “criar dificuldades sérias” à Rússia, comunicou ao WSJ uma fonte na administração do presidente dos EUA.

Carter e Dunford, segundo se pressupõe, irão enviar a Barack Obama recomendações oficiais sobre um “plano B”. A discussão em torno deste plano já está em curso. Na Casa Branca está sendo discutida uma série de medidas, inclusive apoio de reconhecimento à “oposição moderada” na Síria e introdução de novas sanções antirrussas. Porém, os políticos americanos duvidam de que os países europeus apoiem uma nova onda de sanções.

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Enquanto o chefe do Pentágono considera o acordo de cessar-fogo uma “manobra”, o secretário de Estado dos EUA John Kerry, ao contrário, está bastante otimista quanto à  manutenção da trégua. Além disso, ele opina que o cessar-fogo permitirá “verificar se é possível confiar em Moscou”, disse a fonte do WSJ.

“A aliança entre os ‘falcões’ significa que há contradições entre os representantes dos departamentos diplomáticos e militares. Ela [a aliança] pode influenciar Obama e forçá-lo a tomar as medidas mais duras contra Moscou”, escreve o Wall Street Journal. Se Obama ceder a esta pressão, ele corre o risco de envolver ainda mais os EUA no conflito sírio, sublinha o artigo.

Na sexta-feira (26) irá ser assinado um acordo de cessar-fogo na Síria que deverá entrar em vigor no dia seguinte (27).

Esta é mais uma tentativa de pôr fim à guerra civil no país, iniciada em março de 2011 e que resultou em mais de 4 de milhões de pessoas refugiadas e desalojadas, além de um número de mortos que, para organismos como a ONU, atinge 250 mil.

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