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Paris, último bastião do kirchnerismo

© AFP 2021 / LUDOVIC MARIN Na capital francesa, a embaixadora Squeff tem uma 'trincheira' (foto de arquivo)
Na capital francesa, a embaixadora Squeff tem uma 'trincheira' (foto de arquivo) - Sputnik Brasil
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A embaixadora argentina em Paris, María del Carmen Squeff, nomeada ainda pelo governo de Cristina Fernández de Kirchner, só pretende entregar o seu cargo ao sucessor macrista, Jorge Faurie, em 14 de março, quase um mês depois do prazo exigido pelo novo morador da Casa Rosada.

Em 18 de fevereiro (quinta-feira), Squeff recebeu uma mensagem do vice-chanceler da Argentina, Carlos Foradori. Ele disse, segundo o jornal Clarín, o seguinte: "Atendendo a necessidade de poder contar o mais breve possível com os chefes da missão designados em funções nas suas respectivas sedes, solicita-se aos atuais funcionários que acelerem os trâmites relativos à sua mudança, a fim de levá-los a cabo com a maior brevidade".

Por sua parte, Squeff insiste que tem 45 dias para voltar à Argentina. E pretende cumprir este prazo completamente. Para o jornal argentino, trata-se de uma "trincheira" criada pela diplomata.

Segundo o Clarín, vários empregados da embaixada pediram à chancelera, Susana Malcorra, e ao Ministério das Relações Exteriores "uma auditoria na embaixada argentina em Paris, no consulado e na residências'. A publicação alega que a causa é a política de implantação do kirchnerismo através de "discriminação", ao aumentar o salário a cerca de metade dos empregados e manter o dos restantes.

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A própria embaixadora desmente estas acusações e alega que "o empregador exerce, neste caso [o dos salários], um poder soberano".

Esta batalha diplomática interna, mas com extensão internacional, começou em finais do ano passado, após a eleição do presidente Mauricio Macri e a troca do governo.

Em janeiro, a Argentina comemorou um ano da morte do fiscal Alberto Nisman, morto em condições não esclarecidas horas antes de apresentar uma denúncia contra o governo kirchnerista.

O presidente francês, François Hollande, já tentou visitar a Argentina três vezes. A última tentativa fracassou por causa da morte de Nisman.

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