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EUA e Ucrânia coordenam pressão sobre a Rússia

© Sputnik / Mikhail Palinchak / Abrir o banco de imagensReunião entre o presidente ucraniano, Pyotr Poroshenko, e o vice-presidente dos EUA, Joe Biden em Davos (Suíça)
Reunião entre o presidente ucraniano, Pyotr Poroshenko, e o vice-presidente dos EUA, Joe Biden em Davos (Suíça) - Sputnik Brasil
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Políticos ucranianos e americanos declaram que a Rússia não estará alegadamente cumprindo a sua parte dos Acordos de Minsk, enquanto Moscou tem repetidamente declarado que está interessada na pacificação da situação no seu país vizinho.

A parte russa também já tem sublinhado que é a Ucrânia que constantemente viola os acordos.

O vice-presidente dos EUA, Joe Biden, e o presidente ucraniano, Pyotr Poroshenko, acordaram as medidas que serão tomadas para pressionar a Rússia, visando a realização dos Acordos de Minsk.

"Os interlocutores coordenaram as ações em relação à futura pressão sobre a Rússia para implementação dos Acordos de Minsk e restabelecimento da integridade territorial da Ucrânia", diz-se no site do presidente ucraniano.

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Em abril de 2014, Kiev iniciou uma operação militar nas províncias de Donetsk e Lugansk para apagar os focos de insatisfação com a mudança violenta de poder no país, ocorrida em fevereiro do mesmo ano. As hostilidades deixaram mais de nove mil mortos e 20.700 feridos, segundo números da ONU.

Os acordos em questão, os segundos celebrados em Minsk, foram assinados em 12 de fevereiro e preveem um cessar-fogo completo no leste da Ucrânia, a retirada das armas pesadas da linha de frente, a criação de uma zona de segurança, assim como uma reforma constitucional com a entrada em vigor até o final de 2015 de uma nova Constituição, com a descentralização como elemento-chave (tendo em conta as particularidades das regiões de Donetsk e Lugansk, acordadas com os representantes destas áreas), e também a adoção de nova legislação sobre o status de Donetsk e Lugansk.

Mesmo assim, após a celebração dos acordos, ambos os lados do conflito – Kiev oficial e as duas repúblicas autoproclamadas independentistas (de Donetsk e Lugansk) – continuam denunciando violações regularmente.

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