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Medvedev ataca ‘ameaças fúteis’ dos EUA sobre operações em solo na Síria

© Sputnik / Ekaterina Shtukina / Abrir o banco de imagensPrimeiro-ministro da Rússia, Dmitry Medvedev
Primeiro-ministro da Rússia, Dmitry Medvedev - Sputnik Brasil
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Países participando das negociações em busca de uma solução para o conflito sírio devem buscar compromissos em vez de ameaçarem operações em solo na Síria, afirmou o primeiro-ministro russo, Dmitry Medvedev.

Russian Foreign Minister Sergei Lavrov meets with his US counterpart John Kerry - Sputnik Brasil
Lavrov e Kerry discutiram cooperação militar Rússia-EUA na Síria
Anteriormente, também nesta semana, o secretário de Estado americano, John Kerry, afirmou que se a Rússia e o Irão não ajudarem os EUA na Síria, havia a possibilidade de uma operação com tropas em solo no país.

“São palavras fúteis, que ele não deveria ter dito por uma simples razão: se ele quer uma guerra prolongada, ele pode executar operações em solo e tudo mais, mas não tente ameaçar ninguém. Acordos devem ser firmados nas mesmas linhas da conversa do sr. Kerry com o sr. Lavrov em vez de dizer que se algo der errado, outros países árabes e os EUA vão iniciar uma operação em solo”, disse Medvedem em entrevista ao canal de TV Euronews.

O primeiro-ministro, no entanto, se disse cautelosamente otimista quanto à cooperação internacional na Síria.

Sergei Lavrov durante a reunião das chancelarias russa e bielorrussa - Sputnik Brasil
Lavrov espera que EUA tenham entendido necessidade de cooperar com a Rússia
“Aqui em Munique, o ministro de Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, se encontrou com o secretário de Estado americano, John Kerry, e outros colegas. Eles concordaram sobre o que precisa ser feito a curto prazo. Por esse motivo, estou cautelosamente otimista quanto à cooperação neste quesito.” 

Medvedev ressaltou ainda que “essa cooperação é crítica porque a não ser que atuemos juntos, não haverá fim à guerra na Síria, as pessoas continuarão morrendo e o enorme fluxo de refugiados para a Europa vai continuar. A Europa terá de lidar com enormes desafios e, mais importante ainda, não conseguiremos derrotar o terrorismo, que é uma ameaça para toda civilização moderna.”

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