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Documentário sobre massacres na Ucrânia repercute no Parlamento Europeu

© Sputnik / Vitaly Belousov / Abrir o banco de imagensPraça Maidan em Kiev
Praça Maidan em Kiev - Sputnik Brasil
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O canal de televisão francês Canal+ exibiu nesta segunda-feira um filme documentário sobre a crise na Ucrânia. Trata-se do filme "Ukraine: Les Masques de la Révolution" ("Ucrânia: As Máscaras da Revolução"), do diretor francês Paul Moreira, no âmbito do projeto "Special Investigation" ("Investigação Especial").

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Apesar dos protestos da embaixada da Ucrânia em Paris, o filme foi exibido e promete balançar a opinião pública e dos políticos do país. É o que pensa o deputado do Parlamento Europeu, membro do grupo de direita Europa das Nações e das Liberdades, Jean-Luc Schaffhauser, e que teceu comentários sobre o tema durante entrevista cedida à agência Sputink. 

“A Europa segue falando em liberdades. Mas nos constatamos que essa liberdade é só nas palavras. Aqueles que hoje se rebelam contra as instituições europeias, ou contra a visão e consenso reinantes nestas instituições, não possuiu direito à liberdade. Liberdade para eles significa pensar o mesmo que todos. Isso é uma liberdade manipulada, utilizada com fins exclusivos de propaganda. Vivemos em um sistema que lembra o sistema soviético”, disse o deputado. 

“Fico feliz pelo fato do Canal+ ter tido coragem. Espero que este canal siga sendo um exemplo ao falar a verdade. Estou feliz de que, após o golpe de Estado em fevereiro de 2014, os olhos estão se abrindo para o verdadeiro caráter dos bandos ilegais que servem de suporte ao regime de Kiev, a este golpe de Estado, orquestrado pelos EUA. Seria bom também mencionar o terror que estes grupos promovem no sul e no leste do país [Ucrânia]”, declarou Jean-Luc Schaffhauser.

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“Espero que, ao assistir esta reportagem, as autoridades francesas, inclusive o senhor [Laurent] Fabius, acabem com a política unilateral de sanções contra a Rússia e que seja suspensa isenção de vistos com a Ucrânia. Pois pelo filme ficamos sabendo que a Ucrânia não é um Estado de direito, nem um Estado democrático. Enquanto não forem esclarecidas a barbaridades em Odessa, enquanto os culpados pelos atentados terroristas nas linhas de transmissão elétrica entre Ucrânia e Crimeia não forem punidos, o país não pode ser considerado como democrático e de direito”.

“Milhões de pessoas estão sofrendo, porque alguém quis brincar de ser aprendiz de mago, porque Estados, inclusive os EUA, quiseram desestabilizar a Europa. Como nunca antes, devemos alcançar uma união na Europa. Uma união das civilizações e culturas. Devemos perceber a Ucrânia não como uma ruptura, mas como uma ponte. E também, como nunca antes, precisamos da Rússia nesta Europa de civilizações cristãs”, concluiu Jean-Luc Schaffhauser.

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