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Dilma e Evo Morales reforçam parceria energética em Brasília

REPORTAGEM DILMA EVO MORALES
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A presidenta Dilma Rousseff e o presidente da Bolívia, Evo Morales, reuniram-se hoje (2) em Brasília e anunciaram planos para aumentar a cooperação dos dois países no setor da energia, principalmente por meio do comércio de gás

​Durante a declaração à imprensa após o encontro, Dilma afirmou que Brasil e Bolívia trabalharão pela "importantíssima integração energética" com iniciativas relacionadas ao gás natural liquefeito, gás liquefeito de petróleo e fertilizantes.

​"A ideia é transformar a Bolívia em um centro energético, aproveitando a sua grande oferta de gás natural", disse a presidenta, explicando que serão criados projetos de investimento no setor elétrico, bem como de fomento a novas infraestruturas "que impulsionem o comércio entre os dois países".

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Ela falou ainda sobre as propostas relacionadas ao Corredor Ferroviário Bioceânico Central, que ligará o Atlântico ao Pacífico – do porto de Santos (Brasil) ao porto de Ilo (Peru), passando pela Bolívia –, por meio de 3.360 km de ferrovia, dos quais mais de 1.600 já estão construídas em solo boliviano.

Além disso, Dilma reiterou o apoio do Brasil à plena integração da Bolívia no Mercosul.

"No plano regional, a Bolívia conta com o apoio do Brasil para fazer parte do Mercosul", disse ela, garantindo que manterá um diálogo permanente a este respeito no âmbito da União de Nações Sul-Americanas (Unasul) e da Comunidade de Estados da América Latina e Caribe (CELAC).

​A presidenta também afirmou que os dois países irão afinar as estratégias comuns para fortalecer a integração, atenuar os efeitos nocivos da crise econômica internacional e combater o vírus da Zika, que assola a região.

"Brasil e Bolívia continuarão parceiros prioritários na consolidação de um espaço de paz, democracia e crescimento com justiça social”, declarou Dilma.

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Morales, por sua vez, disse que os países da América Latina devem continuar lutando pela soberania de seus povos e insistiu na necessidade de manter políticas sociais no processo de desenvolvimento das indústrias.

O presidente boliviano reiterou sua intenção de colaborar em matéria de energia com o Brasil, ressaltando que seu país responde por cerca de 30% da oferta de gás natural no mercado brasileiro.

​"Precisamos de investimentos conjuntos para assegurar o desenvolvimento", disse o mandatário boliviano, agradecendo o apoio dado neste sentido tanto por Dilma quanto pelo ex-presidente  Lula.

Em 17 de julho de 2015, foi aprovada a adesão da Bolívia ao Mercosul. No entanto, os parlamentos do Brasil, do Uruguai e da própria Bolívia ainda precisam aprovar a participação do país como membro pleno do bloco.

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