Navio dos EUA quase roça ilha reclamada pela China

© AP Photo / Jo Jong-hoO destróier USS Curtis Wilbur, da Marinha dos EUA, no porto de Busan (Coreia do Sul) em 2010
O destróier USS Curtis Wilbur, da Marinha dos EUA, no porto de Busan (Coreia do Sul) em 2010 - Sputnik Brasil
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O destróier USS Curtis Wilbur, da Marinha dos EUA, passou a 12 milhas marítimas da ilha de Triton, território reclamado pela China no arquipélago Paracel, no mar da China do Sul.

De acordo com uma fonte anônima no Pentágono, citada pelo The Wall Street Journal, a passagem do navio foi parte da operação em prol da "proteção da liberdade de navegação".

A operação implica uma série de manobras realizadas por navios da Marinha estadunidense contra as reclamações marítimas que Washington considera "excessivas".

O jornal indica que o comando da Marinha não tinha emitido nenhum comunicado sobre a operação de patrulha do USS Curtis Wilbur.

A patrulha, que durou cerca de três horas, não registrou nenhum navio da Marinha chinesa na zona.

US Navy guided-missile destroyer USS Lassen - Sputnik Brasil
EUA continuarão desafiando as reclamações territoriais da China?
Um incidente semelhante teve lugar em outubro de 2015, quando os Estados Unidos enviaram outro destróier à área onde estão situadas as ilhas Spratly (Nansha), que a China considera como suas. Naquela altura, o navio também passava a 12 milhas marítimas do litoral, fato que levou o Ministério das Relações Exteriores da China a protestar contra as ações estadunidenses por causa da suposta violação de soberania.

Por sua parte, os estadunidenses responderam dizendo que os seus navios iriam navegar onde a legislação marítima internacional permitir.

Já o comandante norte-americano do Pacífico, Harry Harris, ressaltou que os EUA vão continuar desafiando a posição chinesa no mar da China do Sul, alegando que considera que "essas ilhas não pertencem à China'.

Na quinta-feira da semana em curso, o Ministério da Defesa da China disse que a soberania do país sobre os territórios reclamados têm uma forte base histórica e legal.

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