Reino Unido precisa do exército russo para garantir segurança

© AP Photo / Wong Maye-EO ministro da Defesa do Reino Unido, Michael Fallon, durante uma conferência na Cingapura
O ministro da Defesa do Reino Unido, Michael Fallon, durante uma conferência na Cingapura - Sputnik Brasil
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O ministro da Defesa do Reino Unido, Michael Fallon, declarou nesta segunda-feira (18) ter permitido contatos entre militares britânicos e russos para garantir a segurança do seu país.

Tais contatos tinham sido interrompidos recentemente devido à alegada "anexação da Crimeia" e o "apoio russo aos separatistas no Leste da Ucrânia", nas palavras de Michael Fallon.

"Porém, em nome da segurança no ar e no mar, eu permiti aos representantes do Ministério da Defesa garantir a proteção firme do nosso próprio espaço", disse o ministro, respondendo a uma pergunta do parlamentar conservador Daniel Kawczynski.

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A Crimeia tornou-se parte da Rússia após um referendo realizado em 16 de março de 2014,  menos de um mês depois do golpe de Estado que terminou na derrubada do então presidente ucraniano Viktor Yanukovich, e na chegada ao poder de Arseny Yatsenyuk (atualmente primeiro-ministro).

O golpe de Estado suscitou uma série de protestos no Leste da Ucrânia, região conhecida como Donbass, habitada principalmente por pessoas que falam russo, e não ucraniano. O governo de Kiev, liderado pelo presidente eleito naquela altura, Pyotr Poroshenko, lançou uma grande ofensiva contra os que se opuseram ao novo governo ucraniano, chamando-a de "operação antiterrorista". Até agora, o conflito não terminou, ainda há combates entre milícias de Donbass e o Exército ucraniano, além de batalhões de voluntários.

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