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Em 'testes de campo', vacina russa competirá com a norte-americana

© Sputnik / Ramil Sitdikov / Abrir o banco de imagensA ministra da Saúde da Rússia, Veronika Skvortsova, mostra embalagem de vacina russa contra o ebola
A ministra da Saúde da Rússia, Veronika Skvortsova, mostra embalagem de vacina russa contra o ebola - Sputnik Brasil
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Nesta sexta-feira (15), a ministra russa da Saúde, Veronika Skvortsova, afirmou que a Rússia está certa da qualidade da vacina contra o vírus ebola elaborada por cientistas russos. Já estão planejados "testes de campo" na Guiné Conacri, onde a vacina russa "competirá" com a norte-americana.

Skvortsova ressaltou que "todo o uso e pesquisa futuros serão realizados em conjunto com observadores da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Organização das Nações Unidas (ONU)".

A OMS e outros organismos internacionais ainda não possuem informações sobre a vacina russa, sublinhou a ministra.

"A primeira pessoa a quem nós entregamos esta informação foi ao presidente da Federação da Rússia, Vladimir Putin", frisou Veronika Skvortsova.

A ministra anunciou que a inovação será discutida na sessão da OMC em 25-30 de janeiro em Genebra.

O presidente russo, por sua parte, confirmou, em 13 de janeiro, a criação da vacina russa contra o ebola.

Quanto custa?

O diretor do Instituto Gamaleya de Pesquisa Cientifica de Epidemiologia e Microbiologia, Aleksandr Gintsburg, contou que o preço de custo da vacina russa é entre 12 e 14 mil rublos (entre 158 e 180 dólares).

© Sputnik / Ramil Sitdikov / Abrir o banco de imagensAleksandr Gintsburg, diretor do Centro Nacional de Pesquisa de Epidemiologia e Microbiologia Gamaleya da Rússia
Aleksandr Gintsburg, diretor do Centro Nacional de Pesquisa de Epidemiologia e Microbiologia Gamaleya da Rússia - Sputnik Brasil
Aleksandr Gintsburg, diretor do Centro Nacional de Pesquisa de Epidemiologia e Microbiologia Gamaleya da Rússia

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Novo caso

Mais cedo nesta semana, a OMC tinha anunciado o fim da epidemia do ebola, febre provocada pelo vírus homônimo, originário na África Ocidental. O surto mais recente começou em 2014 e matou mais de 11 mil pessoas, das mais de 28 mil infectadas. A maioria das vítimas era habitante da Guiné Conacri, Serra Leoa e Libéria.

Já na manhã desta sexta, a OMC confessou que um novo caso da doença foi registrado. Trata-se de uma moça de 22 anos na Serra Leoa. Ela morreu em 12 de janeiro, na terça-feira. Segundo os dados oficiais, ela pode ter mantido contato com 27 pessoas — que estão, portanto, expostas à infecção.

 

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