China pode se juntar à Rússia no combate ao Daesh

© REUTERS / Damir SagoljSoldados do Exército de Libertação Popular da China desfilam durante a parada militar em homenagem aos 70 anos da vitória na Segunda Guerra Mundial, Pequim, China, 3 de setembro de 2015
Soldados do Exército de Libertação Popular da China desfilam durante a parada militar em homenagem aos 70 anos da vitória na Segunda Guerra Mundial, Pequim, China, 3 de setembro de 2015 - Sputnik Brasil
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A China pode enviar tropas para combater o terrorismo do grupo jihadista Daesh, também conhecido como Estado Islâmico, escreve o jornal The Washington Times, citando uma fonte militar nos EUA.

Bandeiras da Rússia e da China - Sputnik Brasil
China partilha da visão russa do combate ao terrorismo
Segundo a edição, Pequim está preocupada com o número crescente dos militantes provenientes da China.

“A questão é de que lado estará a China”, salienta a fonte do jornal, prevendo que é mais provável que ela vá aderir às forças armadas da Rússia do que fazer parte da coalizão internacional liderada pelos EUA.

A chancelaria chinesa não comentou o artigo.

“Não tenho conhecimento desta informação”, disse o representante oficial do Ministério das Relações Exteriores, Hong Lei.

A campanha aérea da Rússia foi iniciada no dia 30 de setembro de 2015, quando mais de cinquenta aviões de guerra russos, incluindo aeronaves Su-24M, Su-25 e Su-34, iniciaram, a pedido do presidente sírio Bashar Assad, ataques aéreos de precisão contra alvos de terroristas na Síria, inclusive contra o grupo Daesh.

Ao mesmo tempo, a coalizão internacional liderada pelos EUA lança ataques aéreos contra alvos do Daesh na Síria e no Iraque desde setembro de 2014, sem a permissão de Damasco ou das Nações Unidas.

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