Ministro grego diz que Turquia reconhece que caça russo derrubado estava na Síria

© Sputnik / Aleksandr Vilf / Abrir o banco de imagensParticipante do protesto contra as ações turcas em frente da embaixada russa em Moscou empunha o cartaz com a inscrição "Náo vou à Turquia"
Participante do protesto contra as ações turcas em frente da embaixada russa em Moscou empunha o cartaz com a inscrição Náo vou à Turquia - Sputnik Brasil
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O ministro da Defesa da Grécia, Panos Kammenos, afirmou nesta quarta-feira (2) que a Turquia reconheceu que derrubou o caça russo Su-24 sobre o território sírio. Ele destacou que, caso contrário, a OTAN teria usado sua carta de defesa coletiva como uma resposta a uma agressão a um de seus membros.

“Este fato é reconhecido pela própria Turquia, que, se a situação fosse diferente, teria pedido para ativar o artigo 5 da Carta da OTAN como um Estado membro da aliança agredido”, disse Kammenos no canal de televisão Mega.

Ministro das Relações Exteriores russo Sergei Lavrov - Sputnik Brasil
Abate do Su-24 teve objetivo de minar processo de paz na Síria?
Um caça F-16 turco abateu um bombardeiro russo Su-24 em 24 de novembro, na primeira vez que um aliado da OTAN derruba um avião da Rússia em décadas. Após o incidente, Ancara alegou que atacou o jato russo por este ter violado o espaço aéreo turco. A equipe da Rússia e o Comando Geral de Defesa Aérea síria confirmaram que o jato russo nunca ultrapassou a fronteira da Síria.

O artigo 5 da Carta da OTAN lista uma agressão a um membro da aliança como um ataque a todos os seus signatários. O presidente russo, Vladimir Putin, descreveu a ação como uma “punhalada nas costas” realizada por “cúmplices de terroristas”. Moscou impôs uma série de medidas econômicas sobre a Turquia em resposta ao incidente.

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