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Jornalista português: ‘presença russa na Síria veio pacificar uma série de regiões’

© Ministério da Defesa / Abrir o banco de imagensVoo da aviação russa na Síria
Voo da aviação russa na Síria - Sputnik Brasil
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Será que todos os portugueses, estando sob pressão da opinião pública ocidental, estão convencidos de que as ações da Rússia na Síria visam conservar o “regime opressivo” de Assad e não combater o terrorismo? Pelo menos um escritor e jornalista português não concorda...

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Miguel Carvalho, escritor e jornalista da revista Visão e que já comentou a Sputnik as perspectivas do novo governo de esquerda em Portugal, diz que a presença russa na Síria veio pacificar uma série de zonas sírias e muitas pessoas encaram os russos como heróis:

“Eu tenho informações de que a presença russa na Síria, para o bem ou para o mal, veio pacificar uma série de zonas no território sírio e algumas populações veem inclusive os russos como autênticos heróis”.

O jornalista também se mostrou crítico relativamente à posição da União Europeia quanto a estes temas, destacando a atitude distraída da Europa:

“A visão geral que eu tenho do problema sírio, agora associado aos recentes acontecimentos, é que a União Europeia esteve e continua a estar demasiado distraída em relação àquilo que é essencial nesse problema”.

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A vida naquelas áreas é completamente diferente do que acontece na Europa:

“Estamos a falar de gente que não sabe o que é a segurança no seu cotidiano, não sabe o que é uma vida normal há muitos anos”.

O especialista usou uma metáfora para descrever as relações entre a União Europeia e a Rússia: 

“Para mostrar a relação com a Rússia, eu sempre ouvi dizer que ‘as moscas não se caçam com vinagre, caçam-se com mel’. Eu acho que falta um pouco desse ‘mel’ à União Europeia no relacionamento com os russos, para que, de alguma maneira, se possa chegar a entendimentos que têm que ser necessariamente mais vastos e que, sobretudo, evitem confrontos que, como se tem visto, vão cair-nos nos braços a todos”.

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