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China promete levar militantes do Estado Islâmico à justiça por execução de chinês

© liondwPraça da Paz Celestial, Pequim, China.
Praça da Paz Celestial, Pequim, China. - Sputnik Brasil
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O Ministério das Relações Exteriores da China condenou veementemente o assassinato de um chinês por extremistas e prometeu levar os responsáveis à justiça. Mais cedo, Pequim confirmou que Fan Jinghui foi sequestrado e morto pelo Estado Islâmico.

“O governo chinês condena veementemente esta ação desumana e vai certamente responsabilizar seus perpetradores. Pequim se opõe a todas as formas de terrorismo e aperta firmemente o cerco contra qualquer crime violento e contra terroristas que desafiem a linha base da civilização humana. O lado chinês continuará a reforçar a cooperação antiterrorista com a comunidade internacional e a salvaguardar a paz e a tranquilidade no mundo”, disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Hong Lei, em comunicado nesta quinta-feira (19).

Pequim destacou, na quarta-feira (18), que dará total suporte às ações antiterrorismo da Rússia para proteger a segurança nacional e que iria lutar junto contra as ameaças terroristas. A declaração aconteceu após o apelo do presidente russo, Vladimir Putin, à comunidade internacional para juntar seus esforços para pôr fim às ações extremistas.

O Estado Islâmico, um grupo extremista violento, tomou grandes áreas na Síria e no Iraque e declarou um califado em territórios sob seu controle. A facção é conhecida por inúmeras atrocidades contra os direitos humanos, incluindo sequestros e execuções públicas.

Desde 30 de setembro, porém, o grupo vem acumulando sucessivas baixas na Síria, após a Rússia iniciar uma ofensiva aérea contra alvos do Estado Islâmico, na sequência de um pedido oficial do presidente sírio, Bashar Assad. Milhares de terroristas morreram e centenas de instalações extremistas foram destruídas.

Local da queda do Airbus A321 no Egito - Sputnik Brasil
Estado Islâmico publica foto de suposta bomba no A321 russo
O grupo jihadista promoveu uma série de ataques em Paris, na sexta-feira (13), matando 129 pessoas e ferindo 352. O Estado Islâmico também afirmou ser autor do atentado que explodiu o Airbus da companhia aérea russa Kagalymavia, no dia 31 de outubro, quando a aeronave sobrevoava a Península do Sinai, no Egito. A tragédia contabilizou 224 vítimas fatais.

No início desta semana, a mídia internacional publicou relatos de que o Estado Islâmico havia executado um cidadão da China e outro da Noruega.

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