Situação em Donbass piora, afirma Poroshenko

© REUTERS / Valentyn OgirenkoUkraine's President Petro Poroshenko, accompanied by U.S. Commerce Secretary Penny Pritzker (not pictured), speaks during a news briefing in Kiev, Ukraine, October 26, 2015
Ukraine's President Petro Poroshenko, accompanied by U.S. Commerce Secretary Penny Pritzker (not pictured), speaks during a news briefing in Kiev, Ukraine, October 26, 2015 - Sputnik Brasil
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A situação no sudeste da Ucrânia piora apesar da trégua, declarou nesta quarta-feira o presidente da Ucrânia, Pyotr Poroshenko.

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"As provocações contra militares ucranianos por ações subversivas, os bombardeios de nossos territórios com armas que deveriam ter sido retiradas há muito tempo, o acesso negado à Missão Especial de Observação da OSCE (…) evidenciam que os riscos e ameaças à segurança nacional, à soberania, à integridade territorial e à independência da Ucrânia continuam sendo muito elevados", disse Poroshenko em uma reunião do Conselho ucraniano de Segurança Nacional e Defesa (CSND).

O líder do país denunciou um "confronto armado" que ocorreu na noite desta terça-feira entre as forças armadas do país e "grupos subversivos" das milícias de Donbass.

Segundo Poroshenko, os militares ucranianos têm ordem de responder a ataques em caso de perigo à vida. "Não deixaremos o inimigo nos pegar de surpresa", disse o líder do país, que reiterou que a Ucrânia cumpre estritamente o acordo de paz.

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Ao mesmo tempo, Poroshenko anunciou que os gastos militares previstos da Ucrânia se baseiam em um "prognóstico relativamente otimista para o desenvolvimento da situação no leste" do país.

O serviço de imprensa do CNSD informou à Sputnik que o órgão decidiu na reunião desta quarta-feira recomendar ao Gabinete que destine pelo menos US$ 4,4 milhões do orçamento total à Defesa.

Em abril de 2014, Kiev iniciou uma operação militar nas províncias de Donetsk e Lugansk para apagar os focos de insatisfação pela mudança violenta de poder que ocorreu em fevereiro deste ano. Segundo dados da ONU, o conflito no leste da Ucrânia já deixou mais de 8 mil mortos e centenas de milhares de desalojados.

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