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Pentágono: EUA não querem considerar a Rússia como país inimigo

© AFP 2021 / SAUL LOEBAshton Carter, do Pentágono, durante um briefing em 30 de setembro
Ashton Carter, do Pentágono, durante um briefing em 30 de setembro - Sputnik Brasil
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O secretário de Defesa norte-americano Ashton Carter disse que os Estados Unidos não querem considerar a Rússia como país inimigo mas vão continuar defendendo os seus interesses.

Os Estados Unidos não querem que a Rússia seja seu inimigo mas vão continuar defendendo os seus interesses, adaptando os planos operacionais ao comportamento da Rússia, declarou o secretário de Defesa norte-americano Ashton Carter no sábado (7), em um discurso no Fórum Nacional de Defesa Reagan.

"Não buscamos uma nova Guerra Fria, mais do que isso, não buscamos uma guerra real com a Rússia", disse Carter no discurso perante os políticos norte-americanos e militares. "Nós não visamos fazer da Rússia um inimigo, mas não se enganem, os Estados Unidos vão defender os seus interesses, os seus aliados, o princípio da ordem mundial e o futuro positivo".

O chefe da Defesa norte-americano sublinhou que o Pentágono irá continuar a modernizar as suas tecnologias militares e a sua capacidade nuclear, bem como atualizar os planos de defesa e dissuasão, para contrariar o crescente poder militar da Rússia e da China. 

Members of the US Army B Company, 2nd Battalion, 8th Cavalry Regiment, 1st Brigade Combat Team, 1st Cavalry Division attend a military exercise 'Iron Sword 2014', at the Gaiziunu Training Range in Pabrade some 60km.(38 miles) north of the capital Vilnius, Lithuania - Sputnik Brasil
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Carter acusou novamente a Rússia de violar a soberania da Ucrânia e da Geórgia e disse que Moscou " deita azeite no fogo" da crise na Síria com a sua operação aérea contra os islamistas neste país.

A Rússia tem realizado os ataques aéreos de precisão contra as posições do grupo militante Estado Islâmico na Síria, a pedido do presidente Bashar Assad desde 30 de setembro.

Desde o início da campanha aérea as forças aeroespaciais russas destruíram mais de 2.000 posições terroristas. Várias centenas de militantes foram mortos e dezenas de centros de comando e depósitos foram destruídos em mais de 1.600 sortidas, de acordo com o Estado-Maior russo.

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