Alemanha e Turquia suspendem voos para o Sinai após tragédia do avião russo A321

© Maxim Grigoryev / Abrir o banco de imagensLocal da queda do Airbus A321 no Egito
Local da queda do Airbus A321 no Egito - Sputnik Brasil
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A companhia aérea alemã Lufthansa e a turca Turkish Airlines anunciaram nesta quinta-feira (5) que suspenderam o tráfego aéreo à península do Sinai, no Egito, por questões de segurança após a tragédia do avião russo que caiu no último sábado, matando as 224 pessoas que estavam a bordo.

No último sábado, 31 de outubro de 2015, um Airbus A321 pertencente à empresa russa Kogalymavia (também conhecida como Metrojet) levantou voo que levaria 224 pessoas — 217 passageiros, inclusive 14 crianças, e sete membros da tripulação — da cidade balneária egípcia de Sharm el-Sheikh à cidade russa de São Petersburgo. Mas logo depois do início mesmo do seu trajeto, sobrevoando a península do Sinai, o bordo desapareceu dos radares e não devolvia sinal de contato. Em breve, a sua queda foi confirmada. Uma investigação internacional está em curso.

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As companhias aéreas subsidiárias da alemã Lufthansa, Edelweiss e Eurowings, foram criadas para voar duas vezes por semana para o resort Sharm El Sheikh, de onde o avião russo da Metrojet partiu. Assim, os voos para o Cairo não são afetados por essa medida.

Já a Turkish Airlines disse que restringiu os voos que partem de Istambul, capital da Turquia. Além disso, a companhia aérea está enviando uma equipe de segurança para o resort para avaliar os procedimentos aeroportuários. 

A Lufthansa afirmou ainda que está em contato com o escritório de Relações Exteriores da Alemanha e as empresas de viagens locais para organizar voos de regresso dos viajantes do resort.

Na quarta-feira (4) o governo britânico afirmou que, segundo os dados “das várias fontes”, a queda do avião russo foi causada “muito provavelmente” pela bomba que ficava a bordo.

 

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