Coalizão dos EUA 'suspende' bombardeios na Síria

© AFP 2022 / MASSOUD HOSSAINIPredator, veículo aéreo não tripulado utilizado pelas Forças Armadas dos Estados Unidos
Predator, veículo aéreo não tripulado utilizado pelas Forças Armadas dos Estados Unidos - Sputnik Brasil
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A coalizão militar liderada pelos Estados Unidos passou mais um dia sem realizar ao menos um ataque aéreo contra posições terroristas na Síria, revelando uma calmaria que contrasta com a intensa campanha de bombardeios russos no país.

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Caças russos destroem dezenas de alvos terroristas em operações na Síria
De acordo com estatísticas do Pentágono, a última operação da coalizão foi registrada no dia 22, um ataque de drone que destruiu um veículo do Estado Islâmico. A Rússia, por sua vez, segue mantendo um ritmo impressionante de operações a poucos dias de completar um mês de ações na Síria, com 94 alvos atingidos nas últimas 24 horas. 

Entretanto, funcionários da Defesa norte-americana afirmaram que as missões russas não têm qualquer influência sobre o trabalho da coalizão, e que a atual situação reflete apenas maior discriminação e refinamento nos ataques conduzidos por Washington e seus parceiros. 

"Não é por causa da Rússia", garantiu o capitão Jeff Davis, representante do Departamento de Defesa dos EUA, citado pela mídia. Ataques aéreos diminuem e aumentam… Nós olhamos para a inteligência para descobrir onde nós temos alvos acionáveis, onde nós temos alvos que podemos atingir sem causar danos civis". 

Segundo Davis, o fato de que os EUA não realizaram nenhuma missão nos últimos dias não significa que as forças de coalizão não estejam se preparando para novas operações. Pelo contrário, disse ele, "haverá mais" ataques. 

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