Grã-Bretanha alegadamente deixou pilotos atacar aviões russos

© AFP 2022 / SAFIN HAMEDInstrutor britânico em treinamento com combatentes curdos iraquianos nos arredores de Arbil em novembro de 2014
Instrutor britânico em treinamento com combatentes curdos iraquianos nos arredores de Arbil em novembro de 2014 - Sputnik Brasil
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A embaixada russa solicitou que o Ministério das Relações Exteriores britânico explique a informação publicada na mídia segundo a qual as autoridades da Grã-Bretanha tinha tomado a decisão de deixar os pilotos que participam da operação da coalizão internacional liderada pelos EUA atacar os aviões russos.

Antes o tablóide britânico Daily Star citou as fontes militares anônimas que informou que os pilotos podem atacar os aviões russos no espaço aéreo do Iraque em caso da ameaça à vida.

“Nós estamos preocupados com a informação da mídia uma vez que se trata das fontes de altos funcionários do gabinete. Fizemos uma solicitação urgente no Ministério das Relações Exteriores da Grã-Bretanha. Ao mesmo tempo, não está clara a hipótese própria do conflito potencial dos aviões britânicos e russos no ar em cima do Iraque. Se sabe que a aviação russa não participa dos ataques contra as instalações do Estado Islâmico no território deste Estado”, disse o embaixador russo Aleksandr Yakovenko à agencia RIA Novosti.

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Desde 30 de setembro a Rússia começou a realizar ataques aéreos contra as instalações do Estado Islâmico (EI) na Síria sob o pedido do presidente Bashar Assad. Por enquanto a Força Aeroespacial russa fez duas centenas de ataques contra os terroristas, destruindo cerca de 300 militantes, campos de treinamento, centros de comando, armazéns dos armamentos e outras instalações. Além disso, 26 mísseis de cruzeiro foram lançados pelos navios da Frota do mar Cáspio que atingiram com sucesso os alvos do EI.

O Estado-Maior russo disse que os militantes do EI sofrem perdas significativas e estão mudando o tático, se escondendo nas povoações. Segundo os militares russos, os alvos são escolhidos na base dos dados da inteligência russa, síria, iraquiana e iraniana. Se usam armamentos de alta precisão.

O embaixador da Síria para a Rússia, Riad Haddad, confirmou antes que os ataques são realizados contra os agrupamentos armados, nem a oposição ou civis. Segundo ele, cerca de 40% das infraestruturas jihadistas no país árabe foram destruídas desde o início das operações militares russas.

No domingo (11) o presidente russo negou a possibilidade de uma operação no solo sírio.

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