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Ex-premiê da Ucrânia: declarações de Poroshenko na ONU foram completamente falsas

© REUTERS / Maxim ZmeyevEx-primeiro-ministro da Ucrânia, Nikolai Azarov
Ex-primeiro-ministro da Ucrânia, Nikolai Azarov - Sputnik Brasil
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O ex-primeiro-ministro ucraniano Nikolai Azarov disse que as declarações do presidente Pyotr Poroshenko na 70ª sessão da Assembleia Geral da ONU foram não só vazias de sentido e conteúdo como completamente falsas.

Azarov, que chefiou o governo ucraniano durante a presidência de Viktor Yanukovich, compartilhou a opinião na sua página na rede social Facebook:

 “Em toda a história da ONU os nossos representantes nunca intervieram fazendo tais declarações vazias, desprovidas de sentido e conteúdo e completamente falsas, que cobrem o país de vergonha. A propósito, o país é um dos fundadores da ONU e Poroshenko na sessão comemorativa nem sequer mencionou este fato.”

Na sua publicação, Azarov também notou que a maior parte das declarações de Poroshenko teve a ver com a alegada ameaça russa. O presidente ucraniano acusou a Rússia de aumento da pobreza na Ucrânia. Nesta conexão o ex-premiê pergunta em que o presidente baseia tal afirmação:

"Alguém sabe o que ele quis dizer quando falou da redução do nível de pobreza? Se considerarmos a pobreza segundo os critérios da ONU, então no nosso país a maioria do povo vive abaixo do nível de pobreza. O povo da Ucrânia foi levado a isso não pela misteriosa agressão russa, mas exatamente por Poroshenko e companhia, com a sua insaciável ganância."

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Nas declarações na ONU, Poroshenko sublinhou que devido à agressão russa (é assim que as atuais autoridades ucranianas classificam a situação no leste do país) a Ucrânia perdeu cerca da quinta parte do seu potencial econômico. Segundo ele, o conflito em Donbass e a anexação da Crimeia levou o país a um novo nível de pobreza.

A Rússia tem repetidamente declarado que não tem nada a ver com o conflito armado interno na Ucrânia e está interessada na sua resolução pacífica. A península da Crimeia se separou da Ucrânia para se juntar a Rússia em março de 2014, após um referendo em que mais de 96% da população votaram a favor da secessão. O governo central ucraniano e seus aliados ocidentais chamaram à votação “anexação”, enquanto a Rússia assinalou que as ações da população local estiveram de acordo com o direito internacional.

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