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Políticos australianos: não se pode lutar contra o Estado Islâmico só com ataques aéreos

© AP Photo / Hani MohammedÁrea destruída por ataques da coalizão internacional liderada pela Arábia Saudita no Iêmen
Área destruída por ataques da coalizão internacional liderada pela Arábia Saudita no Iêmen - Sputnik Brasil
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Uma porta-voz do Partido Trabalhista da Austrália afirma que os conflitos em curso no Oriente Médio não podem ser resolvidos a longo prazo apenas com bombardeamentos das posições da organização terrorista Estado Islâmico (EI) na Síria.

Tanya Plibersek apelou para mais ajuda humanitária à Síria, país vive há quatro anos em guerra civil, e para uma resolução política com a ajuda do Irã, Rússia, Arábia Saudita, Turquia e Estados Unidos, informou no sábado (12) Sky News Austrália.

Militantes do Estado Islâmico - Sputnik Brasil
Chancelaria alemã saúda possível participação da Rússia na luta contra EI
Na noite de sábado, jatos australianos completaram a sua primeira missão na Síria após o anúncio do primeiro-ministro Tony Abbott na quarta-feira (9) de que a Austrália tinha decidido expandir os seus ataques aéreos contra o EI para a Síria no âmbito da coligação internacional liderada pelos Estados Unidos.

De acordo com o comunicado da Força Aérea da Austrália, a missão foi concluída sem incidentes.

Antes disso, o envolvimento da Austrália na coalizão liderada pelos Estados Unidos contra o EI na Síria tinha sido limitado ao reabastecimento e à coleta de dados de inteligência.

Primeiro-ministro australiano Tony Abbott, Sydney, Austrália, 6 de fevereiro de 2015 - Sputnik Brasil
Austrália expande ataques aéreos contra EI provocando mais crítica
As forças governamentais sírias estão lutando contra a chamada oposição moderada e militantes de grupos extremistas, incluindo o EI que é proibido na Rússia, que se apoderou de grandes partes da Síria e do Iraque, e a Frente Nusra, um afiliado da Al-Qaeda no país.

Desde o início do conflito, os Estados Unidos e alguns de seus aliados têm apoiado os rebeldes sírios moderados, pedindo a renúncia do atual presidente Bashar Assad.

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