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Merkel, Hollande e Putin apelam a cessar-fogo em Donbass a partir de 1 de setembro

© AFP 2021 / Pool/Grigory Dukor Presidente da Bielorrússia Alexander Lukashenko, Presidente da Rússia Vladimir Putin, Chanceler Alemã Angela Merkel, Presidente da França Francois Hollande e o Presidente da Ucrânia Pyotr Poroshenko em Minsk
Presidente da Bielorrússia Alexander Lukashenko, Presidente da Rússia Vladimir Putin, Chanceler Alemã Angela Merkel, Presidente da França Francois Hollande e o Presidente da Ucrânia  Pyotr Poroshenko em Minsk - Sputnik Brasil
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Os líderes da França, Alemanha e Rússia apelam ao estabelecimento do cessar-fogo em Donbass a partir de 1 de Setembro e ressaltam a importância de retirar as armas pesadas de calibre de 100 milímetros ao longo da linha de contato, disse o serviço de imprensa do Palácio do Eliseu no comunicado no sábado (29).

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O presidente russo Vladimir Putin discutiu com o presidente francês François Hollande e a chanceler alemã Angela Merkel os trabalhos no chamado formato da Normandia para a reconciliação da Ucrânia, incluindo a preparação de novas conversações de alto nível, diz o serviço de imprensa do Kremlin no comunicado.

O quarteto da Normandia inclui a Rússia, a Ucrânia, a França e a Alemanha.

"Eles apelaram fortemente para o cessar-fogo completo a partir de 1 de setembro devido ao início de um novo ano escolar… Eles ressaltaram a importância do cessar-fogo contínuo, se referindo à situação dos civis no leste da Ucrânia", se diz no comunicado.

Os líderes dos três países também destacaram as próximas eleições locais na Ucrânia em 25 de outubro, que consideraram "um passo importante para a implementação dos Acordos de Minsk", segundo o comunicado.

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Desde meados de abril de 2013 a Ucrânia começou a realizar uma operação militar para atacar as forças independentistas no leste da Ucrânia, em particular as autoproclamadas Repúblicas Populares de Donetsk e Lugansk. Estas não reconhecem a legitimidade das novas autoridades ucranianas que chegaram ao poder após um golpe de Estado em Kiev. 

A operação militar continua apesar dos Acordos de Minsk alcançados entre as partes, que preveem a retirada de tropas, o cessar-fogo e a descentralização do poder. Segundo os últimos dados da ONU, mais de sete mil civis já foram vítimas mortais deste conflito.

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