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Embaixada dos Emirados Árabes no Iêmen é ocupada por rebeldes

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O governo dos Emirados Árabes Unidos denunciou a invasão de rebeldes xiitas iemenitas na sua embaixada em Sanaa, capital do Iêmen, e exigiu a desocupação imediata do local, em declaração oficial publicada na madrugada desta terça-feira (18).

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Juntamente com a Arábia Saudita, os Emirados Árabes apoiam as forças pró-governamentais no Sul do Iêmen, em uma ofensiva com o objetivo de recuar os rebeldes xiitas houthis que ocupam grande parte do território iemenita, incluindo a capital Sanaa, desde o início do ano. Os houthis, apoiados pelo Irã, mantêm-se fiéis ao antigo presidente iemenita Ali Abdallah Saleh e têm, progressivamente, expandido a presença no país.

Depois de terem “condenado, nos termos mais fortes, a ocupação” da embaixada nessa segunda-feira, o Ministério das Relações Exteriores dos Emirados advertiu que Abu Dhabi reserva-se “o direito de levar à Justiça os autores deste ataque”.

“Trata-se de nova prova de que o grupo de houthis não tem qualquer respeito pelas convenções internacionais e pelas normas diplomáticas, já que pratica a lei da selva”, diz um comunicado divulgado pelo governo. 

O Secretário-Geral do Conselho de Cooperação dos Estados Árabes do Golfo, Abdul Latif al Zayani, por sua vez, condenou severamente a ocupação da sede da embaixada dos Emirados Árabes Unidos no Iêmen por rebeldes Houthis.

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"Eventos covardes como esse do grupo Houthi é uma violação do direito internacional, sendo uma clara violação da Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas", disse ele à agência Sputnik.

No final de março, uma coalizão liderada pela Arábia Saudita começou a lançar ataques aéreos contra posições Houthi no Iêmen, a pedido do presidente iemenita em exílio, Abd Rabbuh Mansour Hadi.

Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), pelo menos 4.345 pessoas morreram e outras 22.110 ficaram feridas desde 19 de março por conta dos confrontos no país. 


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