Ministro dinamarquês explica por que é bom não ser sueco

© AP Photo / Heribert Proepper/AP/dapdFronteira dinamarquesa
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“Mais uma vez fiquei contente que não vivo na Suécia”, escreveu no seu Facebook o ministro das Relações Exteriores da Dinamarca, Kristian Jensen. Assim ele comentou o artigo sobre os “curativos racistas” na Suécia.

Manifestação política na Suécia. - Sputnik Brasil
Adesivos claros – sinal de racismo na Suécia?
Nesta semana surgiram debates violentos sobre os curativos de cor clara, que terminaram acusando as farmácias suecas de racismo. A onda de indignação em relação aos curativos “racistas” foi iniciada por Paula Dahlberg, representante das forças de esquerda, colombiana, adotada por uma família sueca quando era criança. Depois disso a Sveriges Radio, uma rádio estatal sueca, acusou as farmácias suecas de racismo e uma das maiores redes estatais de farmácias teve que pedir desculpas e prometeu encontrar um fornecedor de curativos mais escuros.  

A declaração de Jensen provocou indignação por parte de muitos suecos. 

“É indecência um ministro das Relações Exteriores falar assim dos vizinhos”, disse a cientista política da Universidade de Estocolmo, Drude Dahlerup.

“Ele deveria pedir desculpas ao povo sueco”, acrescentou.

Mas o ministro Jansen não planeja rejeitar as suas palavras. Em uma entrevista ao canal televisivo dinamarquês TV2 explicou a sua postagem assim:

“Estou contente de viver em um país onde se discutem coisas mais importantes de que a cor de curativos”.

A ministra das Relações Exteriores sueca, Margot Wallström, resolveu deixar as declarações do seu homólogo dinamarquês sem comentários. 

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