EUA querem Rússia mais envolvida na luta contra o Estado Islâmico

© AFP 2022 / US NAVY / MC2 JACOB G. SISCOA US-led coalition of over 60 nations managed to stop the offensive of Islamic State (ISIL) militants in Syria and Iraq, the US Central Intelligence Agency (CIA) director said Sunday.
A US-led coalition of over 60 nations managed to stop the offensive of Islamic State (ISIL) militants in Syria and Iraq, the US Central Intelligence Agency (CIA) director said Sunday. - Sputnik Brasil
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Washington quer Moscou mais envolvida na luta global contra o grupo terrorista Estado Islâmico (EI), afirmou nesta quinta-feira o porta-voz do Departamento de Estado americano, Mark Toner.

This Nov. 20, 2014 photo shows an area controlled by the Islamic State group, past the Qada Azadi roundabout, foreground, in Kobani, Syria. - Sputnik Brasil
Kremlin: Rússia não enviará soldados para combater o Estado Islâmico na Síria
"A Rússia não tem estado tão envolvida com a coalizão ou com os esforços anti-EI. Certamente gostaríamos que a Rússia estivesse mais envolvida, mas neste momento ainda estamos em conversas", afirmou Toner.

Na quarta-feira, o ministro de Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, afirmou que Moscou e Washington precisavam se juntar o mais cedo possível e o mais efetivamente possível para derrubar o Estado Islâmico.

Na terça, o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, afirmou que a Rússia não tinha planos de enviar seus militares para combater militantes do Estado Islâmico na Síria nem de se juntar aos ataques aéreos da coalizão contra posições do EI.

A Síria vive em estado de guerra civil desde 2011, com forças do governo enfrentando vários grupos militantes. De acordo com números da ONU, mais de 220 mil pessoas morreram e 11 milhões foram desalojados em virtude dos confrontos.

Desde 2014, uma coalizão liderada pelos EUA vem realizando ataques aéreos contra posições do Estado Islâmico na Síria e no Iraque. A Rússia, por sua vez, critica as ações da coalizão, que não buscou aprovação do Conselho de Segurança da ONU. Em junho, o presidente russo, Vladimir Putin, declarou que Moscou apoiaria a formação de uma coalizão antiterror se a Síria considerasse apropriado e possível.

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