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China Times: aumento de pressão por parte da Rússia e da China preocupa os EUA

© Sputnik / Sergei Guneev / Abrir o banco de imagensRelações sino-russas
Relações sino-russas - Sputnik Brasil
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Diante de uma crescente deterioração das relações entre Rússia e EUA, a constante interação entre Moscou e Pequim não poderia deixar de atrair a atenção de Washington, aponta um artigo publicado esta semana pelo jornal chinês China Times.

Junto a isso os já alçados acordos entre Rússia e China “preocupam os EUA, que se sentem pressionados” de ambos os lados, destacam os autores da publicação.

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Nesse sentido, ele lembram que a Rússia e a China já anunciaram o aprofundamento de suas relações de parceria e cooperação estratégica mutuamente benéfica. Entre as principais diretrizes dessa interação, a maior realização mútua de interesses se dá com a realização de dois projetos – fusão do Cinturão Econômico da Rota da Seda e da União Econômica Eurasiática, e a criação do banco de desenvolvimento dos países do BRICS.

Para Pequim, “as relações com Moscou são vantajosas, já que fornecem estabilidade e segurança do norte, e a cooperação bilateral técnico-militar contribui para a modernização do Exército Popular de Libertação da China. Graças a isso também diminui a lacuna com relação à cooperação técnico-militar com os EUA, o que responde aos interesses estratégicos da China” – diz o artigo.

Os autores da publicação indicam ainda que a China pode fornecer ajuda necessária à Moscou para superar certas dificuldade econômicas que surgiram com a introdução de sanções contra a Rússia.

“As sanções ocidentais estimulam o aumento da cooperação militar russo-chinesa, e a China poderá solucionar seus problemas por conta disso” – diz a publicação.

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No entanto, o sistema comum de relações mútuas entre os três países poderá ser pré-definido pelos encontros entre seus líderes, marcados para acontecer em meados do segundo semestre. Espera-se que Vladimir Putin visite Pequim na comemoração do aniversário de 70 anos da vitória chinesa sobre o Japão, e, em seguida, o presidente da China, Xi Jinping, deverá prestar uma visita oficial aos EUA.

“Tudo isso preocupa os EUA, que sentem pressão tanto por parte da Rússia, quanto da China. As relações entre esses três países têm uma certa especificidade, já que elas reúnem em si tanto a concorrência, quanto a cooperação. A estratégia de Putin consiste em conseguir fazer várias coisas ao mesmo tempo, de maneira a terminar tudo da melhor forma possível para a Rússia. E a China também tenta equilibrar cooperação e concorrência com relação aos EUA. O resultado é que as relações trilaterais são influenciados por muitos fatores” – conclui o artigo.

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