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EUA ameaçam intensificar pressão sobre a Rússia

© flickr.com / U.S. Embassy Kyiv UkraineAjudante do secretário de Estado dos EUA para Assuntos da Europa, Victoria Nuland
Ajudante do secretário de Estado dos EUA para Assuntos da Europa, Victoria Nuland - Sputnik Brasil
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Os Estados Unidos estão prontos para aumentar a pressão sobre a Rússia no caso de nova escalada do conflito no Donbass, disse a assessora do secretário de Estado dos EUA para Assuntos da Europa, Victoria Nuland.

“Deixamos claro que as sanções continuarão em vigor até que os acordos de Minsk sejam totalmente implementados… Também deixamos claro que, em caso de uma escalada de violência, estamos dispostos a intensificar a pressão sobre a Rússia”, relata a RIA Novosti, citando Nuland. 

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Ela acrescentou que os EUA esperam que sua “pressão exercida e a capacidade crescente” façam a Rússia "cumprir as obrigações" – em caso contrário, “o preço vai aumentar”. 

Sobre a questão se para a Rússia o preço aumentaria economicamente e militarmente, Nuland respondeu: “Nós não excluimos quaisquer possibilidades”. 

É de lembrar que Washington forneceu equipamentos não-letais à Ucrânia nos últimos meses, para além de assistência no treino da Guarda Nacional e outras forças ucranianas. Em abril, 2015 os Estados Unidos enviaram 300 militares para o oeste da Ucrânia para treinar a Guarda Nacional do país. 

Além disso, o recém-indicado embaixador da Ucrânia nos Estados Unidos, Valery Chaly, disse que a Ucrânia recebe armas — inclusive letais — de mais de dez países europeus. 

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Os Acordos de Minsk preveem cessar-fogo imediato e retirada de armamentos pesados. No entanto, durante todo o período transcorrido da assinatura dos acordos até hoje, houve vários casos de violação da trégua.

As autoridades da Rússia têm afirmado repetidamente que o país não tem nada a ver com o conflito ucraniano, que teve lugar em Donbass. O presidente russo, Vladimir Putin tem dito repetidamente que ele apoia a solução pacífica da situação no sudeste da Ucrânia, observando que a UE e os Estados Unidos têm uma influência sobre Kiev, mas ignoram as ações das novas autoridades ucranianas.

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