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WikiLeaks revela que EUA espionaram governo brasileiro

© AFP 2021 / MANDEL NGAN / Abrir o banco de imagensA presidenta do Brasil, Dilma Rousseff, e o presidente dos EUA, Barack Obama, em encontro reservado durante a Cúpula das Américas, em 11 de abril, no Panamá
A presidenta do Brasil, Dilma Rousseff, e o presidente dos EUA, Barack Obama, em encontro reservado durante a Cúpula das Américas, em 11 de abril, no Panamá - Sputnik Brasil
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O WikiLeaks revelou nesta sábado (4) que a Presidente Dilma Rousseff, alguns ministros e assessores diretos da chefe de Estado foram espionados pela Agência Nacional de Segurança (NSA) dos EUA em 2011.

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Uma lista confidencial com 29 números de telefone foi publicada pelo site, até o do avião presidencial brasileiro estava grampeado. O WikiLeaks mostrou que membros da equipe econômica, chefes militares, diplomatas e um diretor do Banco Central tiveram seus passos acompanhados pelos EUA.

Entre os nomes que figuram na relação, estão o do ministro do Planejamento, Nélson Barbosa, que na época era secretário executivo do Ministério da Fazenda, o ex-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, do atual embaixador brasileiro nos EUA, Luiz Alberto Figueiredo, do ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, José Eliton Carvalho Siqueira, e do ex-diretor do BC Luiz Awazu Pereira da Silva.

“A divulgação mostra que os EUA terão que percorrer um longo caminho para provar que sua vigilância contra governos aliados acabou”, destacou o editor-chefe do WikiLeaks, Julian Assange.

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Dilma: relação entre Brasil e EUA está em novo patamar
O jornalista Glenn Greenwald publicou em 2013, no jornal The Guardian, uma série de informações secretas dos EUA reveladas pelo ex-técnico de informações da NSA, Edward Snowden, hoje asilado na Rússia. A presidente Dilma Rousseff estava entre as autoridades de muitos países espionados pela inteligência norte-americana, que também monitorava a ação de muitas empresas.

O porta-voz da presidência do Brasil, ministro Edinho Silva, preferiu minimizar os fatos. “O governo americano reconheceu os erros e assumiu compromissos de mudar de prática. Para nós o episódio está superado.”

Dilma Rousseff encerrou na quarta-feira (1) uma visita oficial aos EUA, em que se encontrou com o presidente norte-americano, Barack Obama. Em 2013, ela cancelou uma viagem semelhante depois da divulgação da espionagem da NSA. Desde então, as relações diplomáticas entre os dois países estavam estremecidas.

Veja as autoridades brasileiras cujos telefones foram grampeados

Dilma Rousseff, presidente

Nélson Barbosa, ministro do Planejamento, na época era secretário executivo do Ministério da Fazenda

Antonio Palocci, ex-chefe da Casa Civil

Luiz Alberto Figueiredo, atual embaixador brasileiro nos EUA

José Eliton Carvalho Siqueira, ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional

André Amado, diplomata da Subsecretaria de Ambiente e Tecnologia

Everton Vargas, ex-embaixador do Brasil em Berlim

Fernando Meirelles de Azevedo Pimentel, subsecretário de assuntos internacionais do Ministério da Fazenda

José Maurício Bustani, embaixador do Brasil na França, que foi removido da Diretoria da Organização Internacional para Proibição de Armas Químicas por pressão do governo norte-americano

Luiz Awazu Pereira da Silva, ex-diretor da área internacional do Banco Central

Luiz Balduíno, atual secretário de assuntos internacionais do Ministério da Fazenda

Luiz Filipe de Macêdo Soares, ex-representante permanente do Brasil junto à conferência de desarmamento, em Genebra

Marcos Raposo, ex-embaixador do Brasil no México e chefe do cerimonial da Presidência da República

Paulo Cordeiro, da Secretaria de Assuntos Políticos

Roberto Doring, assessor do ministro das Relações Exteriores

Valdemar Leão, assessor financeiro do Itamaraty

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