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Taxistas de Paris queimam carros em protestos contra aplicativo de caronas

© AFP 2021 / Ane Christine-PoujoulatTaxistas franceses protestam contra o Uber em Marseille, em 25 de junho de 2015
Taxistas franceses protestam contra o Uber em Marseille, em 25 de junho de 2015 - Sputnik Brasil
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Cenas caóticas nas ruas da França: na sequência dos protestos de taxistas contra o aplicativo de celular Uber, pneus foram queimados, carros foram virados e até mesmo o acesso ao aeroporto de Paris Charles de Gaulle foi bloqueado.

Algumas ruas na capital francesa se assemelhavam a zonas de conflito nesta quinta-feira (25), depois que os motoristas de taxis começaram a levantar barricadas e acender fogueiras como parte da greve nacional de taxistas. Os manifestantes querem proibir o uso do aplicativo norte-americano que facilita caronas para os usuários e, em particular, os serviços UberPOP, ramo da empresa com preços mais baixos.

Táxi, Rio de Janeiro - Sputnik Brasil
Taxistas reclamam de concorrência desleal por aplicativos de celular
Os taxistas franceses, que pagam até 270 mil dólares por suas licenças de táxi, tornaram-se cada vez mais hostis à expansão do aplicativo no país, que permite que motoristas particulares ofereçam serviços análogos ao dos taxistas sem a necessidade de tirarem licenças especiais.

Como parte do protesto, centenas de táxis bloquearam algumas das ruas mais movimentadas da França, com relatos de que algumas pessoas estavam andando a pé para chegar ao aeroporto da capital, Charles de Gaulle, devido à barricada.

Mais tarde, funcionários do departamento governamental de Transportes começaram a instruir quaisquer pessoas indo em direção ao aeroporto a fazê-lo de trem para evitar o risco de perderem seus voos.

A violência irrompeu em outras instâncias, com motoristas irritados virando veículos de cabeça para baixo e relatos de que a polícia teve que usar gás lacrimogêneo para dispersar os taxistas em determinadas regiões.

A promotoria local bloqueou em outubro o UberPOP, com uma decisão proibindo serviços que colocam os passageiros em contato com motoristas não registrados.

Apesar desta decisão do tribunal, serviço de luxo da empresa ainda é legal. As autoridades estimam que os taxistas já perderam entre 30 e 40 por cento de sua receita nos últimos dois anos, como resultado do crescimento do aplicativo móvel na França.

Alguns funcionários ministeriais do país, temendo a disseminação das cenas caóticas nas estradas, pediram uma maior repressão contra quem oferece serviços Uber.

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