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Vice-premiê russo minimiza efeito das sanções ocidentais sobre o país

© Sputnik / Igor Russak / Abrir o banco de imagensЗаместитель председатеArkady Dvorkovichля правительства РФ Аркадий Дворкович
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O vice-primeiro-ministro da Rússia, Arkady Dvorkovich, afirmou nesta quinta-feira (18) que as sanções ocidentais não têm efeito significativo sobre a economia russa. Segundo ele, o país enfrentou mais problemas com a crise global dos preços do petróleo.

“Dissemos desde o início que todas as sanções eram contraproducentes, não dariam frutos e teriam um efeito negativo sobre todos, tanto para Europa, quanto, infelizmente, para nós. Foi isto que aconteceu. A Europa perdeu, e parcialmente também nós. Mas eu não diria que o efeito global das sanções contra nós são significativos”, disse Dvorkovich ao canal de televisão Rossiya-24.

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De acordo com Dvorkovich, as sanções não foram a principal razão para a desaceleração econômica russa. “À luz da ainda elevada dependência de nossa economia dos preços do petróleo, em outras fontes de energia, a queda nos preços nos afetou mais do que as sanções.”

Economia russa registra desaceleração desde 2014. A recessão tem sido atribuída à crise global dos preços do petróleo e as tensões geopolíticas.

A União Europeia, ao lado dos EUA e outros países ocidentais, impuseram sanções à Rússia, tendo como alvo os setores bancários, de defesa e de energia do país, por seu alegado papel na crise ucraniana. Moscou tem repetidamente negado essas acusações.

Presidente do Banco Central da Federação Russa Elvira Nabiullina. - Sputnik Brasil
Banco Central da Rússia prevê sanções até 2018
Os preços globais do petróleo caíram drasticamente devido ao excesso de oferta no mercado desde o verão de 2014. A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) decidiu em novembro manter seus níveis de produção inalterada, o que levou a uma nova queda nos valores.

Na quarta-feira (17), o Comitê dos Representantes Permanentes da União Europeia aprovou a prorrogação das sanções à Rússia até 31 de janeiro. A decisão será oficializada na reunião de chanceleres do bloco que acontecerá na segunda-feira (22).

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