Mídia: novas sanções anti-Rússia podem abranger setores de finanças, energia e defesa

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EUA e UE estão finalizando a preparação de novas medidas restritivas contra a Rússia, debatendo, inclusive, a possibilidade de expandir a lista sanções pontuais contra certos indivíduos e impor restrições nas áreas de finanças, energia e defesa.

A informação foi prestada nesta sexta-feira pelo canal de televisão CNN, citando como fontes certas autoridades norte-americanas e diplomatas europeus.

"As fontes destacaram que as possíveis novas medidas, que poderão ser apresentadas pelos líderes ocidentais, preveem tanto a inclusão de novos nomes e empresas às já existentes sanções, quanto a introdução de restrições mais amplas contra setores financeiro, energético e de defesa da Rússia" – revelou o comunicado da emissora.

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Kremlin: novas sanções contra a Rússia não ficarão sem resposta
As fontes frisaram, no enanto, que a decisão sobre a aprovação de novas sanções anti-russas ainda não foi tomada.

As relações entre a Rússia e o Ocidente deterioraram-se por conta da situação na Ucrânia. Em julho do ano passado, a UE e os Estados Unidos aplicaram sanções pontuais contra certos indivíduos e empresas da Rússia. Em seguida, foram implementadas medidas restritivas em relação a setores inteiros da economia russa. Em resposta, a Rússia restringiu a importação de produtos alimentares de países que impuseram as sanções.

German Chancellor Angela Merkel, U.S. President Barack Obama and French President Francois Hollande occupy the front row as they take part in a leaders and outreach guests group photo at the Group of Seven (G7) Summit in the Bavarian town of Kruen, Germany June 8, 2015. - Sputnik Brasil
Obama: países do G7 estão dispostos a aplicar novas sanções contra Rússia
No início desta semana, os líderes do G7 decidiram vincular o levantamento das sanções contra a Rússia ao cumprimento dos Acordos de Minsk, podendo endurecer suas restrições em caso contrário. Na mesma reunião de cúpula do grupo, Obama acusou o presidente russo Vladimir Putin de ser o responsável pelas consequências econômicas das sanções impostas contra seu país.

Moscou tem afirmado repetidamente que não tem interferência no conflito interno ucraniano e possui interesse na resolução pacífica do conflito.

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