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Manifestantes protocolam pedido de impeachment de Dilma

© AFP 2022 / EVARISTO SAEduardo Cunha (esquerda) recebe no seu escritório do Congresso Nacional, em Brasília, o coordenador nacional do MBL, Kim Kataguiri (direita).
Eduardo Cunha (esquerda) recebe no seu escritório do Congresso Nacional, em Brasília, o coordenador nacional do MBL, Kim Kataguiri (direita). - Sputnik Brasil
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Na ausência do líder da oposição, o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff foi protocolado ontem no Congresso.

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A manifestação de quarta-feira foi a que teve menor adesão desde o início do ano. Cerca de 400 pessoas, de acordo com várias fontes, participaram do último dia da marcha pelo impeachment, em Brasília.

A marcha, convocada pelo Movimento Brasil Livre (MBL), começou em São Paulo no passado dia 24 de abril. Foi aproximadamente um mês de caminhada bastante pacífica.

O único incidente foi um acidente viário que atingiu dois participantes. Ocorreu no sábado, 23 de maio, e feriu levemente o coordenador nacional do MBL, Kim Kataguiri e uma manifestante chamada Amanda.

A manifestação no Congresso passou sem incidentes maiores. Só, de acordo com a mídia, houve "desentendimentos" com outro grupo de manifestantes, que advogava a intervenção militar.

Os coordenadores da marcha foram recebidos pelos líderes da oposição e conduzidos por eles até o gabinete do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), onde o pedido de impeachment foi protocolado.

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No entanto, notou-se a ausência no evento do presidente do PSDB, Aécio Neves, que tinha anunciado que o seu partido iria desistir do impeachment para prosseguir com a ação penal contra a presidente.

Antes, o jurista do PSDB, Miguel Reale, que é também ex-ministro da Justiça do Brasil, tinha estabelecido que o partido não tinha a base suficiente para promover tal ação judicial em relação a Dilma Rousseff.

Agora, protocolado, o pedido apresentado pelo MBL deverá ser estudado pelo plenário.

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