Ex-presidente do Egito é condenado à morte

© AP Photo / Tarek el-Gabbas, FileMohamed Morsi
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Este sábado, 16 de maio, a justiça do Egito condenou o ex-presidente Mohamed Morsi à pena de morte junto com outros 35 membros do movimento islâmico Irmandade Muçulmana. A decisão final pode ser tomada em 2 de junho.

O Tribunal Penal do Cairo anunciou o veredicto de pena de morte por traição e espionagem para um Estado estrangeiro, bem como por fuga em massa da prisão durante a revolução em janeiro de 2011.

A decisão significa que, de acordo com o tribunal, os réus são culpados, mas de acordo com a lei egípcia, todas as sentenças de morte no país devem primeiro ser aprovadas ou rejeitadas pelo Mufti Supremo, só depois o tribunal tomará a decisão final, informou a agência noticiosa russa RIA Novosti.

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Segundo anteriormente declarou o promotor que investiga o caso, Imad al-Sharawi, durante o tempo em que esteve no poder, Morsi e uma série de altos membros do movimento islâmico, o primeiro passou documentos secretos estrangeiros de importância nacional. Além disso, de acordo com a acusação, o arguido cooperou com os grupos extremistas, cujo objetivo era desestabilizar a situação no Egito.

Sobre o caso de fuga da prisão, estamos falando sobre os eventos do início de 2011, quando Morsi era vice-chefe da Irmandade Muçulmana. A investigação divulgou que Morsi esteve envolvido em tumultos na prisão de Wadi Al-Natrun, que ocorreram no início de 2011 e durante os quais ele escapou junto com outros detidos.

O caso do ex-presidente incluía ainda outros 130 acusados, incluindo 70 representantes do Hamas. No entanto, a maioria dos acusados, de acordo com os serviços de segurança egípcios, está fora do país.

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