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Ban Ki-moon pede calma após tentativa de golpe no Burundi

© AFP 2021 / Jennifer Huxta / Abrir o banco de imagensHomem comemora após anúncio da destituição do presidente Pierre Nkurunziza
Homem comemora após anúncio da destituição do presidente Pierre Nkurunziza - Sputnik Brasil
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O secretário-geral das Nações Unidas pediu calma e moderação a todas as partes envolvidas na crise do Burundi, abalado por uma tentativa de golpe de Estado nesta quarta-feira, informou o porta-voz de Ban Ki-moon, Stéphane Dujarric.

“Nós continuamos a avaliar o desenvolvimento da situação, que é muito instável”, declarou Dujarric.

Mais cedo, o general Godefroid Niyombare, antigo chefe do serviço de informações do Burundi, anunciou a destituição do presidente Pierre Nkurunziza, acusado de violar a Constituição ao buscar um terceiro mandato, provocando uma grave crise política no país. A notícia animou grande parte da população, e multidões tomaram as ruas da capital, Bujumbura, para comemorar. No entanto, o serviço de imprensa de Nkurunziza, que se encontrava na Tanzânia participando de uma reunião com outros líderes africanos, informou que a tentativa de golpe falhou e que a situação está sob controle. 

Após o anúncio do general Niyombare, tiros foram ouvidos no centro da capital. Forças de segurança fiéis ao presidente dispararam para o ar a fim de dispersar os manifestantes, que, de acordo com a imprensa, se  concentraram junto às instalações de uma rádio pública nacional. Soldados opositores ao regime de Nkurunziza tentaram se aproximar da estação, mas foram impedidos pela guarda local.

Em Washington, a Casa Branca também se manifestou sobre a situação através de um comunicado oficial, pedindo o fim imediato da violência no Burundi.

"Os Estados Unidos estão acompanhando com preocupação as notícias vindas de Bujumbura", disse o porta-voz do governo norte-americano, Josh Earnest. "Pedimos que todas as partes abaixem suas armas, acabem com a violência e demonstrem contenção", acrescentou. 

Nesta quinta-feira, o Conselho de Segurança da ONU deverá se reunir, em caráter emergencial, a pedido da França, para discutir a crise no Burundi. 


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