Poroshenko mostra insatisfação com declarações de Sarkozy sobre Crimeia

© Sputnik / Artem Zhitenev / Abrir o banco de imagensGrafiti patriótico relacionado à reintegração da Crimeia à Rússia
Grafiti patriótico relacionado à reintegração da Crimeia à Rússia - Sputnik Brasil
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O presidente da Ucrânia, Pyotr Poroshenko, espera que o ex-presidente da França, Nicolas Sarkozy tenha errado ao reconhecer a legitimidade do referendo que fez com que a Crimeia voltasse a pertencer à Rússia.

Em fevereiro de 2015, ao discursar durante uma reunião do partido União por um Movimento Popular (UMP), Sarkozy instou que a opção da população da península deve ser respeitada.

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Putin: se situação na Crimeia se repetisse, eu faria o mesmo
“A Crimeia sempre será ucraniana, ela é inseparável da Ucrânia. Os habitantes da Crimeia já vêem como a qualidade de vida deles está diminuindo. Eu espero que Sarkozy tenha errado nas suas palavras sobre a Crimeia” — disse Poroshenko em entrevista ao canal de televisão francês iTele.

Nesta quarta-feira o presidente ucraniano prestou uma breve visita oficial à Paris, onde se reuniu com o presidente francês François Hollande. Durante o encontro foram discutidas questões das relações bilaterais dos dois países e a regulação da situação na Ucrânia.

Comício-concerto “Somos juntos” em homenagem a reunificação da Crimeia com a Rússia decorre na praça Vasilevsky Spusk, junto ao Kremlin em Moscou - Sputnik Brasil
Primeiro aniversário da adesão da Crimeia à Rússia
A Crimeia e a cidade de Sebastopol adotaram declarações de independência em 11 de março de 2014. Cinco dias depois, realizaram um referendo no qual 96,77% dos habitantes da Crimeia e 95,6% dos eleitores de Sebastopol escolheram se separar da Ucrânia e se juntar à Rússia. O presidente russo, Vladimir Putin, assinou os acordos de reunificação em 18 de março do mesmo ano.

O ministério das Relações Exteriores da Rússia declarou em diversas ocasiões que os habitantes da Crimeia escolheram o seu destino através de um pleito democrático realizado em conformidade com todas as normas do direito internacional e a Carta da Nações Unidas.

Kiev, por sua vez, continua considerando que a Crimeia como um território ucraniano temporariamente ocupado.

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