Moscou: instrutores militares dos EUA desestabilizarão situação na Ucrânia

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As ações dos países ocidentais que enviam instrutores militares e especialistas para a Ucrânia podem desestabilizar seriamente a situação no país, disse na sexta-feira aos jornalistas o porta-voz do presidente russo, Dmitry Peskov.

Na manhã desta sexta-feira, o embaixador estadunidense na Ucrânia, Geoffrey Pyatt informou que cerca de 300 fuzileiros navais dos EUA tinham chegado à Ucrânia para participar do treinamento das forças armadas da Ucrânia. 

“É claro que a presença [na Ucrânia] de instrutores, especialistas ou militares de outros países não promove a resolução de conflitos, a formação de um ambiente propício para a implementação de acordos, mas pelo contrário, pode desestabilizar a situação seriamente”, disse Peskov.

Os EUA planejam enviar para a Ucrânia no período de março-outubro de 2015 pelo menos 300 militares para cooperar com o exército ucraniano. Os militares norte-americanos ficarão instalados no Centro Internacional de Paz e Segurança (International Peacekeeping and Security Center), no campo de treinamento de Yavorov, na região de Lvov (oeste da Ucrânia). Além disso, a Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou em finas de março uma resolução com recomendações ao presidente dos EUA de sancionar o envio de armamentos para a Ucrânia.

O governo canadense também decidiu em abril enviar militares à Ucrânia nos próximos meses. De acordo com os relatos da mídia local, as tropas deverão participar de missões de treinamento e não serão envolvidas em combates.

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