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Dilma no Panamá: ajuste fiscal, acordo Mercosul-UE e abertura comercial nas Américas

© AFP 2022 / MANDEL NGANDilma Rousseff, Panamá, 10 de abril de 2015
Dilma Rousseff, Panamá, 10 de abril de 2015 - Sputnik Brasil
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A Presidenta Dilma Rousseff se apresentou nesta sexta-feira no Fórum Empresarial das Américas, evento que acontece paralelamente à 7.ª Cúpula das Américas, no Panamá.

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Ela participou do painel “Unindo as Américas: Integração Produtiva para o Desenvolvimento Inclusivo”, juntamente com os presidentes do Panamá, Juan Carlos Varela, dos Estados Unidos, Barack Obama, e do México, Enrique Peña Nieto. No discurso de apresentação Dilma falou sobre infraestrutura e comércio, finanças e inovação, empreendedorismo e capital humano, recursos naturais e energia.

Segundo a presidente, na questão social, o Governo brasileiro tem hoje o desafio de continuar crescendo de forma sustentável com infraestrutura social, pois 44 milhões de brasileiros foram para a classe média e 36 milhões saíram da extrema pobreza. “O Brasil precisa investir em estrutura social urbana e educação. Educar é a única forma de assegurar que a transformação e a inclusão social sejam permanentes.”

Ainda de acordo com Dilma Rousseff, o Brasil só vai ter sustentabilidade se tiver agricultura, indústria e todo o setor de serviços baseados em inovação, e isso vem da educação.

A Presidenta Dilma chamou atenção ainda para a integração regional, que expande as oportunidades, e ressaltou que são fundamentais a abertura comercial e a desburocratização, contribuindo para que o país tenha horizonte de crescimento maior. “O Brasil se dedicou nos últimos anos a investir fortemente na integração de infraestrutura, que tem que levar também a uma maior expansão comercial e aos investimentos interregionais. Uma outra questão fundamental é justamente a abertura comercial e a desburocratização.”

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A presidente finalizou a apresentação defendendo novamente a questão do ajuste fiscal no Brasil, para que o país continue crescendo. “Nós estamos no Brasil fazendo um grande esforço de ajuste fiscal, porque adotamos medidas anticíclicas nesses últimos anos para evitar que houvesse uma queda muito forte tanto no emprego como na renda. Temos agora que fazer um reequilíbrio para poder continuar crescendo. Isso para poder continuar com programas, tanto na área social quanto na infraestrutura, mas quero deixar claro nosso compromisso com a integração regional.”

Pela primeira vez todos os 35 países das Américas e do Caribe, incluindo Cuba, participam da 7.ª Cúpula das Américas. O tema central do encontro neste ano é “Prosperidade com Equidade: O Desafio da Cooperação nas Américas”.

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