Opinião: Kirchner irá a Moscou para irritar os EUA

© AFP 2022 / ALEJANDRO PAGNIKristina Kirchner, presidente da Argentina
Kristina Kirchner, presidente da Argentina - Sputnik Brasil
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A viagem da presidente da Argentina Cristina Kirchner a Moscou, prevista para o fim de abril, gerará preocupação na Casa Branca e provavelmente resultará em resfriamento das relações com os EUA, escreve o jornalista Fernando Cibeira na edição argentina El Destape.

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Cristina Kirchner irá a Moscou para assinar novos contratos com Vladimir Putin, um dos líderes mundiais cujas opiniões políticas ela partilha, segundo o artigo. Ao mesmo tempo, as relações entre a presidente argentina e o líder dos EUA Barack Obama, que, na opinião de Cibeira, sempre se destacaram pela gentileza junto com desconfiança, podem ser chamadas como uma série de desacordos. 

Este gesto foi feito propositadamente, para irritar a Casa Branca, que observa como os russos e os chineses se sentem cada vez mais cómodos a fazerem negócios em lugares que anteriormente eram o “quintal” dos Estados Unidos, pensa o autor do artigo.

Cibeira também alega uma fonte no governo argentino que diz que a os dois países vão firmar acordos, mas, sobretudo, esta viagem será um “gesto para os Estado Unidos”.

A presidente da Argentina Cristina Kirchner visitará a Rússia entre 22 e 24 de abril. Informa-se que na agenda estão possíveis acordos de cooperação na área da energia nuclear, aumento de volume do intercâmbio comercial entre os dois países e a possível compra pela Argentina de novos helicópteros militares produzidos na Rússia.

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