Poklonskaya promete punir todos que batiam em crimeanos no Maidan

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A gravidade de todos os crimes contra crimeanos feitos durante os distúrbios em Kiev em fevereiro de 2014 será avaliada e os culpados serão punidos, disse a promotora da Crimeia, Natalia Poklonskaya.

Setor de Direita - Sputnik Brasil
Grupo nacionalista ucraniano é considerado organização terrorista na Crimeia
O tribunal da cidade de Simferopol iniciou o caso do atentado contra a vida dos integrantes do grupo das forças especiais da Crimeia Berkut. Um suspeito foi preso. Segundo Poklonskaya, cerca de 50 pessoas são consideradas como afetadas pelos acontecimentos na praça da Independência (maidan Nezalezhnosti) de Kiev no ano passado (Euromaidan). 

Ela ressaltou que "nenhuma lei de nenhum país do mundo legitima a possibilidade de causar dano físico, bater ou matar pessoas".

"Eu acho que em breve o banco de acusados será lotado", disse a promotora.

No dia 21 de novembro de 2013, os participantes de um comício reuniram-se na Maidan, protestando contra a decisão do presidente Viktor Yanukovich de suspender os preparativos para a assinatura do acordo de associação com a União Europeia. Esta ação transformou-se em desordens em massa e acarretou numerosas vítimas. A seguir deu-se o golpe de Estado que levou Piotr Poroshenko ao poder.

A polícia antimotim ucraniana, a Berkut, tinha agido duvidosamente contra os manifestantes, dispersando manifestações e batendo em manifestantes. Várias fontes, no entanto, indicam que a violência era quase em todas as ocasiões provocada por elementos extremistas do Setor da Direita, que depois abandonavam a praça, deixando o confronto desenvolver-se de uma maneira descontrolada.

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