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Diplomata brasileiro foi espionado por autoridades da Nova Zelândia

© AFP 2021 / Tobias Schwarz / Abrir o banco de imagensRoberto Azevêdo, diretor-geral da OMC
Roberto Azevêdo, diretor-geral da OMC - Sputnik Brasil
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Órgãos de imprensa da Nova Zelândia informaram no último domingo que o brasileiro Roberto Azevêdo, diretor-geral da Organização Mundial de Comércio (OMC), foi alvo de espionagem pelo governo neozelandês em 2013, quando disputava o cargo com candidatos de outros oito países, incluindo a Nova Zelândia.

Segundo o site The Intercept e o jornal The New Zealand Herald, além do diplomata brasileiro, representantes de Costa Rica, Indonésia, Jordânia, Quênia, Gana, Coreia do Sul e México teriam tido seus e-mails monitorados pela agência neozelandesa de inteligência, a GCSB, com o objetivo de obter informações que pudessem favorecer o candidato de Wellington, o atual ministro do Comércio, Tim Groser. Esse esquema, intitulado Projeto OMC, tinha como base a utilização do sistema XKEYSCORE, ao qual o país teve acesso por fazer parte do grupo Five Eyes, aliança formada por EUA, Canadá, Reino Unido, Austrália e Nova Zelândia para cooperação na área de segurança estratégica. 

O primeiro-ministro neozelandês, John Key, disse à imprensa que não iria comentar a denúncia, que tem como base documentos vazados pelo ex-técnico da CIA Edward Snowden. 

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