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Dilma discute medidas de combate à corrupção

© AFP 2022 / NELSON ALMEIDADilma Rousseff
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Um dia antes de lançar um pacote de medidas anticorrupção, visando o endurecimento de penas contra corruptos e corruptores, a presidente Dilma Rousseff discutiu nesta terça-feira com o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Marcus Vinicius Furtado Coêlho, um conjunto de propostas para combater a impunidade no País.

Após a audiência com a presidente, Coêlho comentou que "à medida em que temos essa crise ética que estamos vivenciando, nós temos de aproveitar o momento como oportunidade para mudanças estruturais no Brasil".

As medidas que serão enviadas por Dilma para análise do Legislativo devem incluir a criminalização do caixa dois, o confisco de bens adquiridos de forma ilícita por agentes públicos, julgamentos mais rápidos de ações de desvios de recursos públicos e investigações e processos movidos contra autoridades com foro privilegiado mais ágeis. 

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O plano de combate à corrupção apresentado pela OAB defende o fim do financiamento empresarial de candidatos e partidos políticos, a criminalização do caixa dois, a regulamentação da Lei Anticorrupção, o pagamento das contas públicas em ordem cronológica e até a "redução drástica dos cargos de livre nomeação no serviço público".

O presidente da OAB disse perceber “que alguns pontos foram muito bem recebidos pela presidente da República e os ministros. Muitos pontos foram vistos como positivos, outros não foram acolhidos".  

Coêlho defendeu que seja ouvida a "justa indignação da sociedade brasileira" com os escândalos de corrupção e que sejam implantadas medidas que "tentem vencer as facilidades que hoje existem para a prática de corrupção”. Segundo ele, "campanhas milionárias, hollywoodianas, não contribuem para a democracia do Brasil".

fonte: Estadão Conteúdo

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